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13 - O TEATRO NO MUNDO _Sartori Informática_micros-cursos-internet à rádio _Dicas JT_como fazer, como resolver
 

 

"O teatro é uma das mais antigas expressões artísticas do Homem e surgiu a partir do desenvolvimento do homem, através das suas necessidades.
O homem primitivo era caçador e selvagem, por isso sentia necessidade de dominar a natureza. Através destas necessidades surgem invenções como o desenho e o teatro na sua forma mais primitiva. O teatro primitivo era uma espécie de danças dramáticas coletivas que abordavam as questões do seu dia a dia, uma espécie de ritual de celebração, agradecimento ou perda. O teatro que vemos hoje é assim por causa de evoluções que se deram com o passar de vários anos.
Com o tempo o homem passou a realizar rituais sagrados na tentativa de apaziguar os efeitos da natureza, harmonizando-se com ela. Os mitos começaram a evoluir, surgem danças miméticas.
Com o surgimento da civilização egípcia os pequenos ritos tornaram-se grandes rituais formalizados e baseados em mitos. Cada mito conta como uma realidade que veio a existir. Os mitos possuíam regras de acordo com o que propunha o estado e a religião, era apenas a história do mito em ação, ou seja, em movimento. Estes rituais propagavam as tradições e serviam para o divertimento e a honra dos nobres. Na Grécia sim, surge o teatro. Surge o "ditirambo", um tipo de procissão informal que servia para homenagear o deus Dioniso (deus do Vinho). Mais tarde o "ditirambo" evoluiu, tinha um coro formado por coreutas e pelo corifeu, eles cantavam, dançavam, contavam histórias e mitos relacionados a Deus.

A grande inovação deu-se quando se criou o diálogo entre coreutas e o corifeu. Cria-se assim a ação na história e surgem os primeiros textos teatrais. No início fazia-se teatro nas ruas, depois se tornou necessário um lugar. E assim surgiram os primeiros teatros. Recorde-se que o termo teatro para os Gregos, como para os Romanos, designava o espaço cénico e o espaço da assistência, o conjunto arquitetônico onde se desenrolariam géneros como o drama ou tragédia, a comédia, os enredos, etc. A tragédia foi o género que mais cedo ganhou notoriedade, porque era considerado também o único representável, como renovação do indivíduo através da morte ou do sofrimento.

Os maiores autores de tragédias foram os atenieneses do século V A.C Ésquilo,Sófocles e Eurípides. Fatalista, heroico, musical também, convidativo à meditação e à filosofia, para Ésquilo era o coro o principalelemento cénico na obra teatral. Sófocles surgiu já como um tragediógrafo mais próximo do ideal do cidadão, conciliando poesia,política, ideais de cidadania e espírito atlético, numa versão mais humanizada da tragédia. Ambos os autores se mantiveram sempredentro do cânone da tragédia, o que já não fez Eurípides, mais revolucionário e vanguardista, pois pretendia, por exemplo,desagrilhoar o indivíduo da religião e das instituições. Veio depois a comédia, com Aristófanes, por exemplo, mas como instrumentode sátira e crítica do mundo, de idealismo político e vivencial. Depois do século IV, surgiria a "nova comédia", com Filémon eMenandro, mais trivial e divertida, como fariam os Romanos com o grande Plauto, um criador de géneros cómicos, mas semprecrítico e reflexivo.

Na Índia, onde o teatro engloba também a dança, a expressão corporal e o canto, a representação servia principalmente pararelatar epopeias e histórias das origens, num esplendor de expressões e sentimentos. A canção e a dança eram tambémimportantes no teatro da China antiga. O argumento tinha pouca importância, valendo mais as cenas em si, com o seu movimento.No Japão, é de realçar o teatro de marionetas, frequente a partir do século XVIII. No Ocidente, entretanto, com a queda do Império Romano, também o teatro desapareceu até perto do ano mil, altura em quesurgiram os jograis itinerantes com as suas canções e enredos cómicos e satíricos. Mas o teatro religioso foi aquele que maismarcou a Idade Média, tendo tido a sua origem nos dramas litúrgicos em Latim, que eram talvez representados nas escolascatedralícias ou monásticas por mestres e estudantes. Os clérigos, nas grandes festas religiosas, representavam estes dramas nossantuários, o que é assinalado desde o século XI na Alemanha, França e Inglaterra. O século XI trará as línguas vulgares e oprofano ao teatro medieval, nos adros das igrejas com atores laicos a representar. Estamos no tempo dos mistérios (temas doAntigo ou Novo Testamentos), dos milagres (das vidas de santos), dos autos, das moralidades (os temas mais recorrentes eram amorte, o desejo e a fé), dramas onde muitas vezes surgiram temas escatológicos e milenaristas (por exemplo, o Jogo do Anticristo,da Baviera do século XI, ou Esposo, drama francês do século XII). Recordem-se nomes como os do francês do século XV, ArnoulGréban (o seu Mistério da Paixão demorava quatro dias a representar e tinha mais 35 000 versos!), ou de Duzentos, o tambémfrancês Rutebeuf, com o seu Milagre de Teófilo. A Idade Média também tinha "teatro" cómico, com as farsas. Em Portugal, surgiu,em finais do século XV e meados da centúria seguinte, o teatro de Gil Vicente, de gosto medieval mas, de certa forma, de temáticaprofana já renascentista.
O Teatro do Renascimento às Luzes O Renascimento, de facto, foi a idade de ouro do teatro europeu. Apesar das limitações ao profano que o Concílio de Trento logoem 1548 tentou impor, o teatro perdeu a sua quase exclusiva componente sacra da Idade Média. Assumiu-se cada vez mais como"teatro popular", mas já mais "profissionalizado", com a comédia separada da tragédia e com os autores a ganharem importância eindependência criativa.

O carácter sacro não se perdeu, porém, principalmente em Espanha (com os seus autos sacramentales). Acomédia ganhou novo alento na Itália, graças à influência do folclore, assistindo-se ao apogeu da commedia dell´arte, com aPulcinella ou o Pantalone, que influenciaria imenso vários autores, como, por exemplo, Molière. O teatro "nacional" desenvolveu-se,principalmente em Inglaterra e Espanha, evocando as memórias antigas e os feitos e grandezas do passado, misturando o mundoda cavalaria com os clássicos redescobertos. Isso mesmo pode ver-se em Shakespeare, um autor do seu tempo e dos temposantigos, com o seu Falstaff, por exemplo. Os adros das igrejas eram entretanto substituídos por novos "palcos", mais profanos, mais concorridos e com públicos maisdiversificados: da estalagem às praças, das feiras aos salões reais. Aparecem as companhias, os géneros, os guarda-roupas ecenários, e até lucro com os bilhetes das peças, por via de investimentos importantes, mecenato ou atores particulares (reis,famílias...). Os grandes autores deste teatro renascentista foram, para além de Shakespeare, Lope de Vega e Marlowe, Beaumont,Fletcher ou Ben Jonson, entre outros.

O teatro não mais deixou de ganhar em fulgor e redescoberta, apurando-se géneros como a comédia, principalmente, graças aautores como Marivaux e Beaumarchais, em França, ou Goldoni, em Itália. A ópera, uma das grandes paixões do século XVIII,conferiu ainda mais força ao teatro. A tragédia, que evoluiu mais para o drama e para o melodrama, declinou nos séculos XVII eXVIII, pois mantinha ainda um profundo sentimento social e religioso. A tragédia heroica, de Corneille ou Racine, será uma exceçãoa esse declínio. Na segunda metade do século XVIII, com Voltaire, o teatro adapta-se à sua época, simplificando-se cenicamente, em relação àópera, principalmente. Se o repertório é ainda o do século XVII, de Racine, Shakespeare, Molière, dos espanhóis, os espaços são jádiferentes, mais apropriados e dignificados cenicamente, tanto em teatros como em palácios ou abadias imperiais (como Einsiedeln,dos Esterházy). Entretanto, o século XVIII verá nascer dois novos géneros, a comédia sentimental, com o irlandês Steele, e atragédia doméstica, com o inglês Lillo.

O Teatro do Romantismo à atualidade
O Romantismo irá, no entanto, pôr de lado os cânones barrocos e rococós, conformistas e desadaptados aos novos tempos. Oteatro romântico ganhou notoriedade com figuras como Victor Hugo (Hernâni), Zorrilla (D. Juan) ou Rostand (Cyrano), para alémdos alemães Goethe e Schiller. Se os primeiros revisitam valores antigos, figuras alegóricas e folclóricas, sob uma nova roupagemnacionalista ou exemplaridade, os segundos partem para a procura do Homem em se conhecer a si próprio. O teatro românticochegou também à Rússia, com Pushkin e o seu Boris Godunov. Em Portugal, destaca-se o mais notável exemplo de teatroromântico: Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett (1843). Surgirão, depois, o Realismo e o Naturalismo, em finais do século XIX, com Ibsen, Tchekov ou Strindberg, Galsworthy e O´Casey. Oindivíduo libertava-se de amarras morais e éticas desadequadas aos novos tempos e à condição humana, rompendo comdeterminismos estáticos e inertes, valorizando-se como ser social. O Expressionismo, de certo modo antirrealista em termos deteatro, surge no primeiro quartel do século XX, baseado na valorização cénica como modo de reprodução de ideias, namecanização da sociedade e no repensar da importância do subconsciente e da interioridade psíquica do indivíduo. A Alemanha foio país onde o Expressionismo teve maior força, com autores como Werfel, Kaiser ou Toller.

No Teatro Contemporâneo, cujo início pode coincidir com a Primeira Guerra Mundial, há que recordar a comédia social, criticamentemordaz mas divertida, como se vê em Somerset Maugham, Molnar e o magistral Bernard Shaw, com as suas figuras-tipo emconfronto com as velhas e deturpadas ideias românticas da sociedade. Depois virá Elliot, com valores renovados como o heroísmo,a confiança e até a religião, ou até Miller e Tennessee Williams, nos EUA, e Garcia Lorca, em Espanha, que valorizavam a realidadesocial e histórica nas suas obras. Em França, surgirão Anouilh, Camus e Sartre, depois do "teatro psicológico e experimental" deJean Cocteau ou Mauriac. Os primeiros, autores existencialistas, privilegiavam a procura da personagem como sujeito de decisõesmorais. Pirandello, em Itália, era uma referência nesta altura, como os existencialistas Favri e Buzzati. Todavia, a maior figura doteatro do século XX foi o alemão Brecht, que procurava a "desintoxicação do Homem".

Em Portugal, destaquemos, depois daSegunda Guerra Mundial, Alves Redol, Jorge de Sena ou Bernardo Santareno, entre tantos outros autores da questão social doExistencialismo. Entretanto, surgiu a Vanguarda, nos anos 50, com os ingleses Pinter, Osborne e Behan, com o seu teatro dorealismo social, que teve nos franceses Beckett (irlandês, mas escrevendo em francês), Adamov e principalmente Ionesco (com oseu "teatro do absurdo") os seus maiores expoentes, que valorizaram a situação em detrimento do carácter. Tardieu, Genet eArrabal manterão vivo este teatro de Vanguarda em finais do século XX.

Entretanto, há que referir o teatro infantil, que desde sempre existiu, da China Antiga à Inglaterra de finais do século XVI, mas queganhará relevo com a importância que a criança adquiriu no século XIX, principalmente nos regimes comunistas, como sucedeu naex-URSS com o célebre Teatro Infantil de Moscovo, dirigido por Natalie Satz na primeira metade do século XX. Muitas outrascompanhias surgiram nesse século em todo o mundo, recriando velhos clássicos como Peter Pan, Alice no País das Maravilhas eBranca de Neve, como não deixou de suceder em Portugal, onde, como no resto do mundo, surgiram autores especializados em teatro infantil."

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14 - O QUE É PASSISTA DE ESCOLA DE SAMBA? _Vídeos Mais JT_os vídeos mais legais _Portal Jeito e Talento_variedades
 

 

"Em 2006 o termo "Passista" foi tema de um Mestrado escrito em 2006, por Simone Sayuri Takahashi, pesquisadora de Antropologia da UFRJ. Neste trabalho, a tese menciona primeira referência oficial ao termo específico da passista: “a sambista / indivíduo do sexo feminino que executa as rotinas de samba” – cujo termo saiu em jornais no ano de 1950.

Esse termo veio bem depois é verdade de outros. Já havia outros termos mais conhecidos e popularizados como exemplo a “cabrocha”, que é a mulher que possui a maestria na arte de dança do samba, terminologia já popularizada em 1930, com o desenvolvimento do próprio samba e carnaval.

Ainda de acordo com os estudos, a primeira Ala de Passistas foi formada na Estação Primeira de Mangueira, em 1972, pelo Mestre de Bateria Djalma Santos, e foi chamada de “Vê Se Entende”. Mas, ainda assim, não fez um desfile ou dança de forma isolada naquele ano.

Somente na década de 1980 é que as passistas começaram a dançar e se apresentar nos desfiles oficiais do Rio, em uma ala totalmente separada, dedicadas somente e exclusivamente a passistas mulheres e masculinos.

Passistas hoje são muito diferentes do que eram no passado, tanto na agremiação que ela representa, mas também fora da escola de samba. É consenso que poucas passistas são capazes de se sustentar apenas com o samba. A maioria das escolas de samba tem o que é comumente chamado de “Grupo Show”, que são shows de samba e espetáculos oferecidos pelas escolas de samba para eventos corporativos, festas, casamentos, etc.

Apenas as passistas consideradas “Top” dentro de uma ala de passista fazem parte desse “grupo de elite”. Mas ainda assim, mesmo sendo parte de um grupo show, muitas ainda são incapazes de viver exclusivamente do samba e tem que se estabelecerem em outras profissões como assistentes executivas, vendedoras, esteticistas, supervisoras, e muitas outras profissões técnicas.

A partir dessa situação lamentável, muitas passistas de alto nível são de certa forma motivadas a seguir seus sonhos em outros países do mundo e efetivamente se estabelece no exterior, por causa de boas oportunidades de trabalho com a dança. Há muitas passistas que conseguem viver do samba no exterior ou pelo menos conseguem passar uma ou mais temporada fora e fazer uma economia de recursos significante.

No Brasil, com raríssimas exceções, já foi “provado” em várias teses e documentos acadêmicos, que 90% das passistas ainda não podem viver só de sua paixão, a dança. Voltado à geografia-social, como dissemos antes, a maioria delas vive nas cercanias da escola de samba as quais elas estão fisicamente mais próximas, em termos de localização.
A grande maioria das passistas ainda advém das classes sociais menos favorecidas. Muitas conseguem visualizar a dança, além da paixão e do amor para com o carnaval, uma chance de ascender socialmente e afinal ser reconhecida como verdadeiras artistas, que realmente são. Existe no Rio e em São Paulo várias “ex-passistas” que hoje são referencia não só em suas comunidades, mas também em suas profissões como jornalistas, atrizes, geógrafas, gerentes, modelos de fotografia, para mencionar algumas profissões. Abaixo vemos um exemplo de um tipo traje de extremo luxo de uma passista feito para um show de samba ou apresentação: A bela Lilian Duarte é passista-modelo retratada pelas lentes de Rodrigo Esper.

Após a realização pessoal, como diva da passarela, (especialmente nos dias do carnaval), a maioria delas levam suas vidas regulares e de dança para puro prazer, saúde e muito amor com a dança e samba, mas sem muito glamour. Muito poucas delas “chegam ao topo” do estrato social e econômico, infelizmente, apesar de reunirem talentos de sobra como verdadeiras artistas e bailarinas da dança.

Pensamos que isso deveria mudar e que a sociedade necessitaria reconhecê-las e valorizá-las de forma apropriada. Com relação à idade, a maioria das passistas de uma agremiação tem em média, entre 16 e 40 anos. Esta é a idade em que, naturalmente, as estruturas corporais e de movimentos estão em sintonia com a energia e requisitos que o samba e o gingado exigem (mas claro que há naturalmente exceções).

Como sabemos, a dança do samba é extremamente desgastante em termos calóricos e requer um estoque de energia bem significativo. Uma ala de passista de uma grande agremiação chega a treinar de quatro até seis meses durante o ano, normalmente duas ou até três vezes por semana. Cada ensaio de uma ala de passistas leva cerca de duas a três horas e pode ter em média de 30-50 passistas, dependo do Grupo a qual a agremiação pertence.

Evidentemente, torna-se um exercício físico que consome muita energia e resistência cardiovascular: Não à toa as passistas saem boa parte das vezes ensopadas de suor. Os ensaios das passistas são localizadas geralmente nas quadras das escolas de samba, e normalmente são dirigido por um (a) Coordenador(a): O Diretor(a) da Ala de Passistas.
Com o passar do tempo, passistas mais experientes “passam” o “cargo” para passistas mais novas, em um processo de renovação natural que ocorre a cada ano nas escolas de samba. Em muitas agremiações há um processo interno, a audição, para a escolha do grupo que formará a nova ala de passistas para o próximo ano. Muitas ex-passistas são então convidadas para assumir novas funções dentro da estrutura de escola de samba, como professores de samba de projetos sociais, coordenadores dessa própria ala de passistas, coordenadoras de outras alas, ou mesmo coordenadoras ou diretoras em diversas áreas como harmonia, fantasias, etc."

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15 - QUANTO CUSTA PARA SER RAINHA DA BATERIA DAS ESCOLAS? _Jogos Mais JT_os jogos mais divertidos _Eletroserv_material e instalações elétricas em geral, alarmes e antenas
 

 

"Ser a Rainha da Bateria de uma Escola de Samba em São Paulo ou no Rio de Janeiro é sem dúvida um dos maiores destaques nos desfile das Escolas durante o Carnaval.

Originalmente, essas beldades eram da própria comunidade da escola (anônimas ou famosas com anos de dedicação ao samba) e atuavam como mestre de cerimônias. Com a grande visibilidade, a coroa foi valorizada e tão disputada a ponto de, hoje, ser comprada. Tem mulheres que fazem de tudo e desembolsam milhares de reais para conseguir a honra de ocupar esse posto. As lindas mulheres, com seus corpos seminus, são um espetáculo à parte, exibindo suas silhuetas perfeitas, corpos modelados e esculturais.


Existem controvérsias quanto à primeira rainha de bateria. Alguns consideram que a ideia surgiu nos anos 70, tendo Adele Fátima, mulata famosa, desfilado à frente da bateria da escola Mocidade Independente de Padre Miguel, mas a mesma não foi batizada como rainha de bateria.

Em 1985, a mesma escola de samba, do primeiro grupo do Rio de Janeiro, deu início à novidade, convidando a então modelo Monique Evans para compor a personagem, tendo a mesma se apresentado com um desfile encantador.

A intenção de se colocar uma rainha de bateria é de que a mesma auxilie o mestre de bateria no comando da ala de percussão, levando mais animação para os instrumentistas, puxando o samba, não deixando o ritmo cair.

Aos poucos outras escolas foram adotando a figura da rainha de bateria e hoje a maioria das agremiações, tanto do Rio como de São Paulo, contam com mais esse elemento de beleza, que enfeita o desfile.

A rainha de bateria não é um quesito avaliado individualmente, mas encaixa-se em alegorias e adereços. São avaliadas suas fantasias, seu empenho durante o desfile, se realmente comanda a percussão e anima os integrantes.

Algumas escolas têm como rainha atrizes ou cantoras famosas - que nada pagam -, mas é cada vez maior o número de agremiações que alçam anônimas ao estrelato. O investimento vale a pena. Depois de apenas um desfile no Grupo Especial, obscuras modelos ou participantes de grupos musicais exóticos ganham status de celebridade, posam para revistas masculinas, aparecem em programas de tevê e faturam alto.

Valeska Popozuda não se importa em gastar para carregar o título de rainha de bateria no carnaval. Em 2009, ela pagou R$ 120 mil para ser a rainha da bateria da Porto da Pedra, mas em 2011 ela perdeu o posto para Ellen Roche, depois de se negar a pagar R$ 130 mil. Em 2012, Valeska pagou R$ 30 mil para ser destaque de um carro da Acadêmicos do Salgueiro. Em 2013, ela tentou voltar para a Porto da Pedra, mas Alessandra Mattos já havia assumido o posto de rainha da bateria, substituindo Ellen Roche por R$ 50 mil.

Antes de Valeska Popozuda, a Porto da Pedra trazia como rainha da sua bateria a modelo Ângela Bismarchi que perdeu o posto depois de botar a boca no trombone acusando a escola de cobrar de R$ 150 mil a R$ 200 mil pelo título de rainha.

A Unidos do Viradouro foi acusada de vender o posto de rainha da bateria por R$ 200 mil em 2009. O presidente da escola, Marcos Lira, negou a informação, mas em 2010 a Viradouro teve como rainha de sua bateria, Júlia Lira, de 7 anos de idade, filha do presidente da escola. Em 2011, a escola trouxe duas rainhas à frente de sua bateria: Dani Bananinha e Patrícia Costa.

Em 2006, Viviane Araújo perdeu o posto de rainha da bateria nota 10 da Mocidade Independente de Padre Miguel para Thatiana Pagung. Segundo Viviane, Thatiana pagou R$ 93 mil para a escola.

Antônia Fontonelle, viúva do diretor de TV Marcos Paulo, bateu o recorde ao desembolsar R$ 300 mil para ser a rainha da bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. Na ocasião, o presidente da escola, Paulo Vianna, explicou o porque do valor alto cobrado de Antônia: “Ela não tem compaço, não é muito bonita, não sabe sambar direito, mas tem caráter”.

Adriane Galisteu deu uma ajuda de custo no valor de R$ 150 mil para a Unidos da Tijuca em 2010 quando foi rainha da bateria da escola.

Renata Santos nega, mas dizem que o seu reinado na Mangueira custou R$ 300 mil em 2010.

A esposa de Boninho, diretor do BBB13, Ana Furtado teria desembolsado R$ 110 mil pelo cargo de rainha da bateria da Grande Rio. A divulgação dessa notícia não agradou os integrantes da escola. Além disso, uma das maiores polêmicas do Carnaval 2013 foi a rainha da bateria da Mangueira, havia rumores de quem iria pagar a conta é o cantor Belo. Para sua esposa, Gracyanne Barbosa, voltar a ser a rainha da bateria da Mangueira, o cantor teria que fazer shows de graça para a escola.

Em 2013, o trono de rainha da bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel estava à venda por R$ 300 mil. Quem levou a coroa foi a morenassa Camila Silva que diz não ter pagado nenhum tostão.

O maior mistério do carnaval 2013 foi o valor pago por Patrícia Nery para ser rainha da bateria da Portela. Patrícia Nery não é gostosa e nem famosa. Ela é publicitária, tem 38 anos e é esposa de um dos dirigentes da Petrobrás."

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"LENDA DA SERPENTE DE SÃO LUÍS

Conta-se que uma serpente encantada, que cresce sem parar, um dia destruirá a ilha, quando a cauda encontrar a cabeça. O animal gigantesco habitaria as galerias subterrâneas que percorrem o Centro Histórico de São Luís e, embora seu corpo descomunal esteja em vários pontos da cidade (a barriga na Igreja do Carmo, a cauda na Igreja de São Pantaleão), o endereço mais certo do bicho é a secular Fonte do Ribeirão. Há quem garanta ser possível observar, através das grades que isolam as entradas do monumento, os terríveis olhos do animal.

Josué Montello, em seu romance Os degraus do paraíso, que pertence, ao lado de mais de uma dezena de outros, à saga maranhense, que tem São Luís e seus habitantes por cenário e personagens, apresenta outra versão desta lenda, como veremos a seguir: Mas, de repente, ao atravessar a rua que desce para o mar, alon gou o olhar à direita, procurando a Fonte do Ribeirão. Lá estava ela, com seu muro circundante, à distância de uma quadra. Susteve o passo, com a curiosidade mais viva. Ali se escancaravam as bocas do subterrâneo onde morava a serpente de que Morena lhe falara, não fazia muito tempo: "Uma serpente enorme, Téo: a cauda da bicha está na igreja de São Pantaleão, a barriga na igreja do Carmo e a cabeça na Fonte do Ribeirão. Um dia, quando eu era pequena, o papai me levou até lá, vi a cabeça do monstro a espiar a gente por trás da grade de uma das bocas da fonte. Fiquei com um medo tão grande que até hoje me arrepio toda, só de lembrar aque la boca aberta, com uma língua muito comprida e vermelha sain do do meio dos dentes" Ainda sobre a submersão de São Luís, reza a lenda messiânica do encantamento do Rei D. Sebastiáo na Praia dos Lençóis, sob a forma de um touro negro: no dia em que lhe ferirem a testa estrelada, o rei se desencantará, emergindo, glorioso, das profundezas oceânicas. O maremoto provocado pela emersão da numerosa e reluzente corte real, seguida de seus grandes exércitos, fará desaparecer; na fúria das águas revoltas, a Cidade de São Luís do Maranhão.

A LENDA DA MANGUDA

Um fantasma costumava assombrar o espaço urbano onde hoje é a Praça Gonçalves Dias/Largo dos Amores. Chamava-se MANGUDA, uma figura alva como as nuvens e uma estranha luz que saía do seu corpo e de sua cabeça. O fantasma colocou muita gente pra correr até que fosse esclarecido aos populares na época, que eram bandidos contrabandistas que utilizavam lençóis para assustarem os olhares curiosos enquanto realizavam suas maracutaias.

A LENDA DA PRAIA DO OLHO D'ÁGUA

Diz a lenda que a filha de Itaporam (chefe da tribo índigena) que existia na Praia do Olho D'Água, se apaixonou por um belo índio guerreiro da tribo. O índio muito jovem adorava ficar nas águas salgadas do mar, certo dia foi observado por Mãe D'Água que logo se apaixonou pela exuberante beleza do jovem guerreiro. Mãe D'água então logo enfeitiçou o índio com seu belo canto e o levou para as profundezas do mar. A filha de Itaporam desolada de tanta dor e tristeza passou a perambular pela praia, derramando suas lágrimas de saudades em busca do seu grande amor. Um dia a índia veio a falecer e foi enterrada nas areias da praia. No local onde a mesma foi enterrada, brotaram dois olhos d'água que viraram duas nascentes. Suas águas correm sem parar em direção ao mar e dizem que são as lágrimas da cunhatã que morreu de amor e com os olhos rasos d'água

A LENDA DO TOURO NEGRO

É um grande touro negro, com uma estrela brilhante na testa, que aparece em noites de sexta-feira, na ilha dos Lençóis. Com uma área não maior que 9 km² e cerca de 400 habitantes, a 155 km a oeste de São Luís, essa ilha faz parte do arquipélago de Maiaú, município de Cururupu, Maranhão. É também conhecida na imprensa como "Ilha dos Filhos da Lua", devido à alta incidência de albinismo na população (cerca de 3%), devida à freqüência dos casamentos consangüíneos. Dizem alguns que Dom Sebastião costuma aparecer principalmente em junho, durante as festas do bumba-meu-boi, e em agosto, época do aniversário da batalha de Alcácer-Quibir. Dizem também que atualmente o Rei Sebastião já não está mais aparecendo porque “a praia dos Lençóis está sendo muito visitada e já possui muito morador.


A LENDA DA CARRUAGEM DE ANA JANSEN

Ana Jansen foi uma mulher de muitos poderes e de forte expressividade na vida econômica, social e politíca na cidade de São Luís no século XIX. Ela ficou conhecida por seus maus tratos e castigos que aplicava em seus escravos. Conta a lenda que ela foi condenada a vagar pelas ruas da cidade após seu falecimento. Sua alma vaga em uma carruagem puchada por cavalos sem cabeça e conduzidos também por cocheiros decaptados. Em algumas noites é possível escutar as suas lamentaçoes e ruídos intensos de correntes que se arrastam pelo centro da cidade, contam os mais antigos.

LENDA DO PALÁCIO DAS LÁGRIMAS

Na rua 13 de maio, em frente a Igreja São João e no canto com a rua da Paz havia um casarão de três pavimentos. Sobre o imóvel foram inventadas várias lendas, das quais se destaca a seguinte:
Dois irmãos portugueses vieram ao Maranhão para buscar riqueza. Um deles conseguiu enquanto o outro jamais saiu da pobreza. Cheio de inveja, o irmão pobre resolveu assassinar o outro a fim de herdar a grande fortuna, já que o irmão rico vivia amasiado com uma escrava e não tinha filhos legítimos, já que seus filhos eram fruto de uma união ilegal. Após o assassinato e de posse dos bens herdados, passou a tratar os escravos, inclusive a ex-mulher do irmão e seus filhos, com extrema crueldade.

MILAGRE DE GUAXENDUBA
Conta-se que no principal combate travado entre portugueses e franceses, no dia 19 de novembro de 1614, no forte de Santa Maria de Guaxenduba, quando os portugueses estavam por ser derrotados por sua inferioridade de homens, armas e munições, surgiu entre eles uma formosa mulher envolta em auréola resplandecente. Ao contato de suas mãos milagrosas, a areia era transformada em pólvora e os seixos em projéteis, fazendo com que os portugueses se revigorassem moralmente e derrotassem os franceses. Em memória deste feito, foi a virgem considerada a padroeira da cidade, sob a invocação de Nossa Senhora da Vitória.

LENDA DO RIO CAJARI

Certo dia, um índio estava à espreita de uma caça, quando surgiu em sua frente, uma gigantesca ave de nome Ararapapá. Sem perder tempo, o índio flechou a enorme ave e colocou-a no ombro, rumando para a sua aldeia. No caminho, o bico da ave, que era muito pesado, veio arrastando pela terra abrindo um sulco profundo por onde as águas do lago Viana escorreram, dando origem ao rio Cajari.

O MILAGRE DE SÃO JOÃO BATISTA

Contam-se da invasão holandesa do Maranhão, em 1641, histórias de desrespeitos à população e de profanações, a primeira das quais, praticada logo no desembarque pelo Desterro, cuja ermida, então de frente para o mar; os flamengos teriam invadido e depre dado. Quando, após mais de dois anos de dominação, os portugueses, com o bravo concurso de índios e outros homens da terra, organizaram a revolta que terminaria expulsando definitivamente do Maranhão os enviados de Nassau, travaram-se diversos e rudes combates no interior e em São Luís. Aqui, sob o comando de Antônio Muniz Barreiros, que, morrendo, teve em Antônio Teixeira de Melo o competente e indispensável sucessor; as tropas portuguesas fizeram da Igreja do Carmo seu quartel-general. Lá, concentraram a ofensiva contra os hereges flamengos, como ao tempo se dizia. Os holandeses, sediados no Forte de São Filipe (onde hoje está o Palácio dos Leões), contavam, como principais instrumentos de combate, com dois canhões assestados para a Igreja do Carmo. Notando que a artilharia portuguesa concentrava seu fogo na direção dessas armas, os holandeses colocaram junto a elas, em lugar bem visível, uma grande imagem de São João Batista. Pretendiam impedir que os portrugueses atirassem, ou obrigá-los a, fazendo-o, cometer um sacrilégio que os atingiria moralmente. Diz Frei Francisco de Nossa Senhora dos Prazeres Maranhão, na Poranduba maranhense, que "não só a imagem ficou ilesa dos nossos tiros, mas também no primeiro que disparou um dos referi dos canhões, rebentou com tantos estragos daqueles iconoclastas, que, ficando confusos com semelhante sucesso, retiraram logo a santa imagem com menos indecência."

Fonte de Pesquisa:
pt.wikipedia.org/wiki/São_Luís_(Maranhão)

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