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  "O feijão é o ingrediente mais consumido pelos brasileiros e juntaGASTRONOMIA com o arroz ele forma a base de nossa alimentação. Considerado o símbolo da gastronomia brasileira, este alimento é bastante rico em proteínas, carboidratos e fibras.
Dados revelam, que o Brasil produz 3 milhões de toneladas de feijão ao ano, desse total, 70% do tipo carioca, 20% do preto e 10% divididos entre os demais tipos. Todos são cultivados o ano inteiro, na maioria dos estados brasileiros, mas a preferência varia de acordo com cada região e suas receitas típicas.
Veja a seguir os tipos de feijão e as características de cada um deles:

CARIOCA: Favorito entre os brasileiros, ele vai bem com o arroz branco e é o melhor tipo para o preparo do tradicional tutu de feijão.
JALO GRAÚDO E DE COR BEGE: Ideal para saladas e sopas. Fica bem quando cozido com água, sal e alho frito; já o JALO-ROXO: Maior que o jalo comum também cai bem nas saladas e sopas. Os dois são muito consumidos em São Paulo, Minas Gerais e Goiás.
PRETO: Esse é utilizado na tradicional feijoada; é o mais consumido nos estados do Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e, e principalGASTRONOMIA, no Rio de Janeiro.
ROSINHA: Em molhos e saladas, fica mais saboroso se temperado com alho e cebola ou depois de batido, misturado com leite de coco. É popular em Minas Gerais, São Paulo e Goiás.
AZUKI: São pequenos e os grãos têm sabor leveGASTRONOMIA adocicado. São a base de pratos japoneses, como o cekihan, cozido no vapor com arroz, e doces, como o yokan.
BRANCO: semelhante ao jalo, mas com tonalidade mais clara, ele é próprio para saladas e o ingrediente principal do cassoulet, prato de origem francesa. Seu consumo é mais comum nas capitais da Região Sudeste.
MOYASHI: Indicado para se fazer omeletes, sopas e saladas, pode ser usado também na decoração de pratos. É mais consumido no Estado de São Paulo.
ROXINHO: Seus grãos, miúdos, são mais apreciados em Minas Gerais, São Paulo e Goiás, em inúmeras receitas, principalGASTRONOMIA saladas.
FRADINHO: Os grãos miúdos e claros, dão consistência ao acarajé e ficam ótimos em saladas. são muito comuns no nordeste.
VERDE: É um grão que pode ser consumido fresco ou seco. No nordeste também é conhecido como feijão-de-corda ou feijão-de-apanhar (porque as vagens são colhidas, uma a uma, com as mãos). Fica uma delícia com quiabo e maxixe.
BOLINHA: Bastante consumido no Sudeste, é ligeiraGASTRONOMIA arredondado e fica excelente em saladas e sopas.
VERMELHO: De cor intensa, pode ser temperado com alho e cebola para servir de acompanhamento para a carne-seca. Seu consumo é bem mais acentuado na Região Sudeste.
RAJADO: Graúdo, fica muito bom em sopas e caldos com carnes ou em saladas de folhas variadas, como agrião, escarola e rúcula. É mais conhecido em Minas Gerais, São Paulo e Goiás."



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06 - CURIOSIDADES SOBRE O CAFÉ _Eletroserv_material e instalações elétricas em geral, alarmes e antenas _Sartori Informática_micros-cursos-internet à rádio
 

 

"Uma bebida saboreada há cerca de mil anos, o café sem dúvida possui uma série de curiosidades.
Listamos abaixo algumas delas, juntamente com informações interessantes para aqueles que querem saber mais sobre esta bebida:

O QUE É O CAFÉ?
A palavra "café" vem do árabe Kahoua ou Qahwa (o excitante) e designa: o fruto do cafeeiro; bebida preparada por infusão de água quente com café torrado e moído; lugar público onde se tome café ou outras bebidas; cor café, um marrom escuro que lembra o grão de café torrado.

DE ONDE VEM O CAFÉ?
Segundo a lenda, há muito tempo atrás, um jovem pastor chamado Kaldi, tomando conta do seu rebanho de cabras em uma montanha árida e ressecada na Absínia, hoje Etiópia - onde somente algumas pobres moitas esqueléticas conseguiam incrustar suas raízes nas rochas -, observou que, durante a noite, alguns de seus animais desapareciam atrás da montanha durante algumas horas, e voltavam saltitantes. Kaldi ficou irrequieto, pois estava convencido que suas cabras estavam possuídas pelo diabo. Uma noite ele seguiu os seus animais e os viu pastarem com um notável prazer pelos pequenos grãos vermelhos que se encontravam sob o arbusto que nunca tinha visto. No final de alguns minutos desta refeição imprevista, as cabras e o "velho bode" começaram a dançar à luz da lua. Kaldi recolheu alguns grãos e os comeu com tanto prazer que ficou na sua boca uma agradável sensação de frescor. O resultado foi inesperado: assim como os carneiros, Kaldi começou a dançar. Nunca houve na Terra um pastor Tão alegre. Kaldi comentou sobre os frutos com um monge da região, que decidiu os experimentar. O monge apanhou um pouco das frutas e levou consigo até o monastério. Ele começou a utilizar os frutos na forma de infusão, percebendo que a bebida o ajudava a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de leitura do breviário. Esta descoberta se espalhou rapidamente entre os monastérios, criando uma demanda pela bebida. As evidências mostram que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yêmen.

SAIBA MAIS SOBRE O PÉ DE CAFÉ
O café é uma cultura perene que é explorada por um longo período de tempo - pelo menos 25 anos. A semente de café é na verdade o mesmo grão que dá origem ao café torrado. A diferença reside no modo de colheita e dos cuidados posteriores. As sementes se originam apenas sos frutos maduros (cereja), que em seguida são lavados, despolpados (retirada da casca e da polpa) e finalmente secos até atingir 15 a 20% de umidade, quando então estarão aptos para o semeio. O semeio ocorre entre abril e julho, colocando-se duas sementes por saquinho. Após 45 dias, aquela que tiver tido o melhor crescimento permanece e a outra é descartada. Quando as mudas têm três pares de folhas e um sistema radicular estabelecido, é feita a seleção e o plantio definitivo. Existe uma série de atividades, chamadas de tratos culturais, que se realizam após o plantio e que vão se repetir todo ano. Um pé de café começa a produzir plenamente cinco anos depois de ter sido plantado. Ele produz em média 2,5 Kg de frutos por ano. Esses 2,5 Kg renderão 0,5 Kg de café verde (grãos), o que corresponde a cerca de 0,4 Kg de café torrado. A qualidade e sabor do café variam de acordo com a variedades da planta, clima, altitude e processamento do grão. Depois do plantio, a florada é a fase mais importante do cafeeiro. Ocorre geralmente, entre Setembro e Novembro, podendo repetir-se por três ou quatro vezes durante esse período. Nessa época, cada galho da planta se torna um bouquet branco com cheiro de jasmim. As flores desabrocham numa só manhã, agrupadas em um pequeno feixe. Da flor resulta o surgimento do chumbinho, pequeno infrutência que vai desenvolver-se ao longo de 6 a 8 meses, transformando-se no grão de café. O grão de café, com 10 a 15 mm de diâmetro, por 17 e 18 mm de altura, tem a cor vermelha quando maduro, por isso a denominação de grão "cereja. Este fruto contém dois grãos colados. O grão de café tem coloração cinza amarelado, variando segundo a região de produção, a maneira como é processado após a colheita.

O CAFÉ TORRADO
O café, para seu consumo, necessita obrigatoriamente ser torrado. Antes de torrados, os grãos são selecionados, passam por triagem e calibragem. O processo de torra consiste em submeter o grão à elevação progressiva e rápida da temperatura, fazendo com que sua umidade interna chegue a 3%. Durante o processo, os grãos são mexidos continuamente para que a torra seja uniforme. Esta fase é determinante na característica final da bebida, pois o grau de torra evidencia e/ou esconde muitas propriedades do grão. Para cada cliente ou mercado consumidor, para cada tipo de café (variedade e preparo) há um grau de torra diferente. Esta é a marca registrada de cada empresa e seus diferentes produtos. Depois de torrado o café precisa passar por um processo de desgaseificação e, depois deste descanso, ele será moído ou apenas embalado (café em grãos) dependendo do tipo de utilização a que se destina.

1908: ALEMÃ SOLICITA PATENTE DO FILTRO DE CAFÉ
8. No dia 20 de junho de 1908, a dona de casa alemã Melitta Bentz entregou o pedido de registro de patente do porta-filtro e o respectivo coador de café descartável. Até então, só se conhecia o coador de pano.

Melitta Bentz entrou para a história como inventora do revolucionário método de fazer café usando um coador descartável. Em pouco tempo, a empresa que recebeu seu nome conquistou fama internacional.

O café tornou-se conhecido na Europa no século 17. Para prepará-lo, despejava-se água quente (cozida durante cinco minutos) sobre pó de café, colocado num recipiente com furos. Na virada dos séculos 19 para 20, usavam-se filtros de cerâmica ou de metal, mas estes freqüentemente tinham furos muito grandes ou muito pequenos. Também havia os coadores de pano, mas estes eram considerados anti-higiênicos.


Lata e mata-borrão
Aborrecida com a borra no fundo da xícara e o sabor amargo do café, Melitta Bentz começou a experimentar em casa. Aos 34 anos de idade, munida de martelo e pregos, fez pequenos furos no fundo de uma lata, sobre os quais colocou um pedaço de mata-borrão do caderno de seu filho.

Ainda insatisfeito com o resultado final, ela e o marido, Hugo Bentz (1873–1946), continuaram experimentando com outros tipos de papel, para que o líquido escorresse mais rápido. Além disso, aperfeiçoaram o recipiente que sustentava o filtro.

O resultado a agradou tanto que, em 20 de junho de 1908, ela apresentou o pedido de patente em Berlim. O registro de proteção foi oficializado em 8 de julho de 1908, na patente de número 347895.

Alguns meses depois, no dia 15 de dezembro, foi registrada a firma M. Bentz, em Dresden, com sede no próprio apartamento da família. A produção dos primeiros filtros ainda foi manual, mas logo seria terceirizada. Hugo Bentz deixou o emprego numa loja e dedicou-se à empresa da família.


Mudança para sede própria
Os dois filhos, Horst e Willi, faziam as entregas dos filtros e suportes de coador no comércio. Em 1915, a empresa, então já com 15 funcionários, passou para uma nova sede, dispondo de uma área de 200 metros quadrados reservados à produção.

Além de filtros de alumínio, em 1919 Melitta passou a fornecer também filtros de porcelana e de cerâmica fabricados por terceiros. Até meados dos anos 1920, haviam sido fabricados 100 mil filtros.

Para proteger-se de cópias, a partir de 1925 os pacotes de filtros passaram a ter as típicas cores dos produtos Melitta: verde e vermelho.

Em 1927, a fábrica mudou-se para Minden, na Baixa Saxônia, e dez anos mais tarde os filtros Melitta assumiram a forma que mantêm ainda hoje. Desde esta época, o corpo dos filtros tem a forma de "V", com os coadores correspondentes. Assim, o aroma pode expandir-se, sem a liberação excessiva de substâncias amargas.

Melitta Bentz nasceu em Dresden, em 31 de janeiro de 1873 como Amalie Auguste Melitta Liebscher, e faleceu em 29 de junho de 1950, aos 77 anos, em Holzhausen/Porta Westfalica, na Baixa Saxônia. (rw)


ALGUMAS FORMAS DE CONSUMO DO CAFÉ NO MUNDO
O café é, ao lado da cerveja, a bebida mais popular do planeta. Apesar da preferência, as suas formas de consumo são tão diversas, que podem fazer com que o consumidor mais desavisado tenha grandes surpresas. Veja como o café é consumido em alguns lugares do mundo:
- França: o produto, muitas vezes, é bebido juntamente com chicória;
- Áustria: pode-se beber o produto juntamente com figos secos, sendo que em Viena, a capital do país, é uma tradição o oferecimento de bolos e doces para acompanhar o café com chantilly;
- África e Oriente Médio: é comum acentuar o sabor do café com algumas especiarias, tais como canela e cardomomo, alho ou gengibre;
- Bélgica: o produto é servido com um pequeno pedaço de chocolate, colocado no interior da xícara, que se derrete quando entra em contato com o café;
- Itália: a preferência é pelo café expresso servido em xícaras pequenas;
- Grécia: o café é acompanhado por um copo de água gelada;
- Cuba: o café é consumido forte e adoçado, e em um só gole;
- Sul da Índia: o café é misturado com açúcar e leite e servido com doces;
- Alemanha: em algumas regiões é servido com leite condensado ou chantilly;
- Suíça: adiciona-se ao café um licor, o "kirsch";
- México: em muitos lugares, o café é oferecido gratuitamente e pode ser consumido em grandes quantidades.
O chamado café americano, como é conhecido no México, é o mais consumido e é uma cópia do que se bebia até poucos anos nos Estados Unidos: aguado e com pouco sabor.


PORQUE O CAFEZINHO É CHAMADO DE BICA EM PORTUGAL?
Os primeiros expressos em Portugal foram vendidos no café A Brasileira, em Lisboa. Muitos clientes acharam o gosto do produto um tanto amargo. Para contornar o problema, a direção da cafeteria criou um slogan para atrair os clientes: Beba Isso Com Açúcar. A campanha deu certo e a frase ficou tão marcada que o uso das iniciais de cada palavra - bica - passou a ser sinônimo de cafezinho no país.


CAFEOMANCIA: O CAFÉ E O ESOTERISMO
O café, além de ser um dos produtos mais consumidos no mundo, também marca presença no ambiente esotérico. Tal fato ocorre devido à tradição, entre muitos povos, de que a borra formada pelo café pode ter o poder de revelar fatos sobre o futuro de quem saboreou esta bebida. A leitura da borra é chamada de cafeomancia. Para que esta leitura seja feita, deve-se observar a figura que se formou no fundo da xícara. Hoje, este constume tem uma difusão forte entre alguns grupos isolados, como os ciganos, por exemplo. No entanto, relatos apontam que a cafeomancia já foi muito mais forte e responsável, inclusive, por algumas decisões de grande vulto na história. Em algumas regiões do mundo a mesma forma de consulta feita com café é efetuada com o chá.

Os manuais de cafeomancia, indicam que, para que uma consulta se inicie, é necessário que o ambiente seja purificado, com um copo de água com sal sobre a mesa na qual o processo será efetuado. No preparo do café deve ser utilizada uma xícara de água, uma colher de pó e uma de açúcar, sendo que a água deve ser fervida com os ingredientes e após um descanso, uma nova fervida deve ser efetuada. Só depois a bebida deve ser posta na xícara. Os manuais indicam que deve ser dada preferência para as xícaras de porcelana, com a boca mais larga que o fundo. Para facilitar a leitura, o fundo deve ser, de preferência, branco. A bebida não pode ser muito coada, já que os resíduos ajudarão na formação das "figuras".

Para se iniciar a consulta, deve se esperar que o café esfrie um pouco. O consultante deve começar a tomar lentamente e concentrar-se no que deseja saber. Assim que tiver terminado, a xícara deve ser coberta com um pires e virada de cabeça para baixo com um movimento rápido. Depois, usando a intuição deve-se observar as formas que irão aparecer. Os manuais de cafeomancia dispõem que uma boa leitura depende de dois fatores: o conhecimento do significado das figuras e o local em que elas aparecem na xícara. Se as imagens se formarem à esquerda da asa é sinal de que está sofrendo influência do passado. À direita, significa que está sob influência de fatos futuros; próxima da asa ou da borda, indica que o resultado da sua leitura aparecerá mais rápido; nas laterais, os acontecimentos serão mais para o futuro.

Para que a leitura se efetive, cada imagem observada tem um significado. Seguem abaixo alguns exemplos:

- Âncora: sucesso nos negócios;
- Arco: se não estiver bem definido, significa que aparecerão oportunidades inesperadas. Se estiver bem definido, os desejos do consultante poderão ser realizados;
- Árvore: objetivos alcançados em breve; - Bailarina: receberá ajuda de uma mulher;
- Bengala: simboliza uma ajuda inesperada;
- Boca: insatisfações no campo sexual;
- Boi: novo emprego com auxílio de pessoa obesa;
- Buquê: alegria no casamento ou com amizades;
- Cachimbo: poderá viver um amor proibido;
- Cadeado: mudanças na cidade;
- Caixa: um velho amor deverá procurar o consultante novamente;
- Castelo: felicidade no amor;
- Chaleira: período tumultuado no romance;
- Círculos: grandes, representam o fim de um relacionamento. Pequenos, indicam casamento;
- Cobra: possibilidade de traição;
- Concha: família deverá apoiar planos no setor profissional;
- Coração: paixão a caminho que poderá mudar a vida do consultante;
- Coroa: subir de cargo no trabalho e recebimento de dinheiro extra;
- Cruz: brigas e problemas futuros;
- Escada: dificuldades pela frente;
- Espiral: pessoa querida poderá estar pensando em você;
- Estrela: felicidade em todos os setores;
- Ferradura: sinal de ganhos inesperados;
- Flecha: notícias novas chegarão; se houver pontos em volta, são sinais de más notícias financeiras;
- Folha: período de esfriamento amoroso;
- Garrafa: consultante é muito dependente no setor afetivo;
- Linhas curvas: indicam dificuldades futuras;
- Linhas paralelas: indicam que seus caminhos estão abertos para a prosperidade;
- Linhas retas: são sinal de determinação;
- Lua: romance em breve;
- Macaco: sinal de que a fase é favorável para aplicar dinheiro;
- Montes: sucesso profissional;
- Nota musical: grande felicidade ao lado de amigos;
- Ovos: consultante está sendo traído;
- Ponte: viagens agradáveis;
- Pontos: representam dinheiro que pode vir de herança ou aumento de salário;
- Porta: oportunidades futuras;
- Prédio: problemas com dinheiro;
- Quadrado: momentos de insatisfação e solidão no futuro;
- Sol: sorte e felicidade;
- Traços: são o indício de um novo projeto que se aproxima;
- Trem: pessoa querida pode chegar;
- Trevo: prosperidade na vida em geral;
- Triângulo: indica grande sorte no amor com um novo relacionamento;
- Vela: fim de um romance."

Fonte: Coffee Break

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"A Itália possui uma cozinha tradicional muito variada, suas comidas típicas herdadas do passado sofreram constantes transformações. Antigamente, por volta do ano 500, o país ainda consistia em repúblicas separadas, e conseqüentemente, com uma gastronomia local. Isso ocorreu até o ano de 1800, quando esses costumes se chocaram e foram passados de geração para geração.

No século 20, com o advento das novas tecnologias, tal como as de produção alimentícia e de agricultura, a forma de produção dos alimentos se modernizou, e ganhou uma nova cara. Os habitantes do sul introduziram a pizza, enquanto os do norte colaboraram com o risoto e polenta. Como ocorreu em vários países da Europa nesse período, o fast food norte americano também foi adotado. Contudo, o regionalismo e as diversidades locais ainda são o orgulho da gastronomia da Itália.


Antes da mistura desses ingredientes, era possível classificar a culinária pelo tipo de gordura utilizado na preparação dos pratos. O norte do país usava a manteiga, o centro, a gordura de porco, e o sul o azeite de oliva. Embora o país seja popularmente conhecido por seus molhos e massas (incluindo a pizza e o macarrão), os pratos básicos do país foram o arroz e a polenta. Foi no final do século 20, precisamente nas duas ultimas décadas, que o país adotou a Pizza, o macarrão e o molho de tomate como pratos típicos nacionais (antes esses alimentos eram consumidos apenas no sul).

Orégano, manjericão, salsa, alecrim e sálvia são os principais temperos. O queijo é um alimento muito apreciado no país, existindo mais de 400 tipos produzidos lá. O presunto também é muito apreciado, sendo produzido originalmente em Parma (terra também do queijo parmesão). Esses alimentos já bastam para nós sabermos por que a Pizza deu certo na região, já que sua história remete ao Egito antigo.

O leitão assado é consumido em festas de santo, e o Agnellino (assado de cordeiro bebê) é preparado na páscoa, que é servido com alcachofras assadas. Os doces e sobremesas variam de local para local. Uma receita muito consumida é o bolo Zelten (semelhante ao panetone), que é preenchido com passas, tâmaras, figos, amêndoas, pinhões, casca de laranja, rum e canela.

Essa receita é feita dias antes do Natal, já que segundo a tradição, o sabor melhora com o passar dos dias. O Strudel é uma comida típica italiana da região do Tirol no norte do país. As receitas de sobremesa no sul são mais elaboradas, levando no preparo ingredientes como azeite de oliva (em vez de manteiga), os lotes de ovos, frutas cristalizadas e mel.

O struffoli é muito popular, uma espécie de doce natalino que consiste em cubos frito de massa de ovos coberto com mel e polvilhados com açúcar colorido. O struffoli é uma especiaria de Nápoles.

Geralmente são feitas 3 refeições no dia. O café da manhã é um café leve (la prima colazione). Freqüentemente eles param em uma cafeteria para tomar o Caffellatte (café com leite) ou cappuccino com pão, às vezes com manteiga e geleia, ou bolo. O almoço e o jantar não difere muito em regiões.

Quem mora na Itália aprecia o antipasto (um aperitivo baseado em carnes frias), um prato de massa ou arroz (dependendo da região), como o risoto, uma carne principal ou prato de peixe, uma salada e queijo e frutas. O almoço (ou il pranza, la seconda colazione) é geralmente consumido entre meio dia e duas horas da tarde.

O vinho e o pão estão sempre acompanhados das refeições principais. Até mesmo as crianças saboreiam a bebida. Além dessas refeições, as pessoas fazem lanche duas vezes ao dia. O Spuntini é feito no meio da manhã, e o Merende no meio da tarde. Esses lanches se tornaram populares logo após a Segunda Guerra Mundial.


iNFLUÊNCIA NO BRASIL:
Todos esses ingredientes fazendo parte da cozinha italiana, porém, só introduzidos em grande quantidade a partir do século XVIII. Este tipo de culinária é um dos mais destacados do mundo, e está presente praticamente em todos os lugares, levando suas influências.
No Brasil por exemplo, a cozinha italiana influenciou na criação de pratos tipicamente brasileiros, como o Bife a Parmegiana, que apesar do nome italiano, originário da cidade de Parma, foi inventado no Brasil. Este prato é o resultado da influência italiana na culinária paulista. Apesar de ser chamado Bife à Parmegiana, em alguns lugares do Brasil, ele é chamado de bife ensopado com queijo ralado devido a quantidade de molho de tomate presente nele. É um prato que depois de pronto, fica muito vistoso e delicioso e que na receita original com base na culinária italiana era servido com spaghetti. Mas no Brasil na maioria das vezes é servido com arroz branco, fritas e purê de batatas.

VINHOS

Os italianos seguem algumas tradições na escolha do vinho que vai à mesa. É comum servirem durante a refeição o mesmo vinho que foi usado no preparo do prato. Ou seja, se o prato foi preparado usando um vinho branco, é este tipo de vinho que estará na mesa. Caso tenha sido usado um vinho tinto, esta será a escolha. Porém isto não é nenhuma regra, é só um costume.

Há também certas recomendações de tipos de vinhos para determinados tipos de pratos. Para os pratos de carnes escuras, como a de coelho, cordeiro, cabrito, boi ou porco, sugere-se um vinho tinto encorpado. Já para acompanhar as tradicionais massas, a sugestão é um vinho tinto de corpo médio.
Para aves e peixes, os brancos secos são os mais indicados. Mas novamente não há regras, o paladar de cada pessoa é o que vai decidir o melhor acompanhamento.

Existem na Itália mais de 4 mil tipos de vinhos. Os vinhos mais famosos têm “origem controlada”, recebendo um certificado de qualidade emitido por órgãos especializados. Cada região da Itália produz seus próprios vinhos, em geral, em pequenas propriedades e com métodos artesanais. Em sua maioria não são vinhos refinados mas têm personalidade própria. São conhecidos como “vinhos de mesa”, feitos para consumo imediato, e costumam ter um valor muito acessível."

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08 - CURIOSIDADES DA COZINHA JAPONESA _Anuncie Aqui! _Dicas JT_como fazer, como resolver
 

 

"Chamado de choshoku, o café da manhã japonês é composto de arroz branco cozido, missochiro, peixe assado e legumes em conserva. Para beber, os japoneses servem chá branco ou chá verde.

O principal ingrediente da culinária japonesa é o arroz. Originário do próprio Japão, é um dos alimentos mais consumidos do mundo, ao lado do milho e do trigo. O arroz é muito utilizado no preparo do sushi.

O sushi tem origem numa antiga ténica de conservação da carne de peixe no arroz avinagrado. É feito com arroz, vinagre, alga marinha - chamada de nori - e outros ingredientes, principalmente peixe. Existem diversos tipos de sushi, entre eles o futomaki, hossomaki, huramaki, kappamaki, temaki etc. Os mais consumidos entre os brasileiros são o uramaki, o hossomaki e o temaki.

Sashimi é basicamente o peixe cru cortado em fatias finas e servido com molho e guarnições. É também feito de frutos do mar como polvo.

Chamado popularmente de shoyu, o molho de soja é preparado com soja com cereais fermentados, sal marinho, xarope de glicose e água.

Usada como acompanhamento do sushi e do sashimi, o wasabi é um tempero em pasta feito da planta Wasabia japonica. Possui sabor ardido e não deve ser consumido em grandes quantidades. É, no entanto, considerado digestivo e altamente bactericida.

O gengibre é usado para limpar as papilas gustativas entre um prato e outro. Os japoneses acreditam que ele realça o sabor natural dos alimentos.

Originário da China, o tofu é um cubo branco feito de soja. Parece mais um queijo de soja. É usado em diversos pratos – no missoshiro, por exemplo - e é comido até mesmo como acompanhamento do sushi.

O azuki é um tipo de feijão de cor escura originário do Japão. É muito utilizado em doces e possui alto valor nutricional.

Feitos de arroz socado numa espécie de pilão, o moti caiu nas graças dos brasileiros. Trata-se de um doce feito apenas de arroz polvilhado com açúcar (o-sonae moti) ou com recheios de diversos sabores – morango, por exemplo (ko-moti). Existem também o moti recheado com feijão azuki (anko-moti) e o colorido, coberto com farinha de soja (kinako-moti).

Já o shiitake é uma espécie de cogumelo. É apreciado em diversas formas, inclusive grelhado. Outro tipo de fungo popular no Japão é o shimeji.

O missoshiro é uma sopa feita com hondashi – um tempero à base de peixe -, algas, cebolinha e tofu. Costuma ser servido bem quente.

O saquê é uma bebida tradicional do Japão, obtido a partir da fermentação do arroz. Atualmente, existem mais de 1.500 fabricantes de saquê no Japão.

Um dos pratos mais populares nos festivais japoneses é o yakitori. Trata-se de um espeto de carnes, legumes ou miudezas grelhado na brasa do carvão vegetal. É comumente acompanhado de molho tare (um molho agridoce à base de shoyu).

O kushikatsu também é feito no espeto, com a diferença de que leva normalmente pedaços de carne de porco e legumes empanados e fritos no óleo.

O yakiniku - também chamado de churrasco japonês - consiste em pedaços de carne assados na grelha e servidos com molho tare. Okonomi significa “o que você gosta”, e yaki significa “grelhado”. O okonomiyaki é uma espécie de panqueca feita na chapa, com bastante ingredientes. Além de ovos e farinha, o okonomiyaki tem em sua receita legumes, repolho picado, carne, bacon e o que a pessoa desejar.

O tempurá é bastante conhecido dos brasileiros. São frutos do mar e tiras de legumes empanados e fritos.

O sukiyaki é um ensopado de verduras, legumes e carnes em fatias finas. Muitas vezes, é acompanhado de udon, um macarrão típico do oriente. É bastante consumido no Japão.

Criado por Momofuko Ando, o ramen (lamen, no Brasil = macarrão do tipo Miojo) é um dos pratos preferidos dos japoneses. Ele é normalmente servido bem quente, em forma de sopa com pedaços de carne e legumes.

Um dos pratos orientais mais populares em todo o mundo é o yakissoba. Consiste em macarrão grelhado com pedaços de carne – de frango, boi ou porco – e legumes. Leva shoyu na receita.

O takoyaki são pedaços de polvo fritos em uma chapa e recheados com gengibre, cebolinha e raspas de tempurá.

Existem diversos tipos de restaurantes no Japão. Boa parte é especializada num determinado prato da culinária do país. O restaurante do tipo sushi-ya, por exemplo, é especializado em sushi. O yakitori-ya serve basicamente yakitori. O ramen-ya tem como especialidade o ramen. O tempura-ya é especializado em tempurá.

O sushi mais caro do mundo é vendido nas Filipinas. Ao preço de R$ 4,5 mil, ele é feito de peças de sushi nigiri decoradas com diamantes e envoltas em folhas de ouro 24 quilates.

Em 1543, os portugueses chegaram à ilha de Tanegashima, sendo o primeiro povo europeu a estabelecer contato com o Japão. Eless deixaram fortes influências na língua e na culinária. A maior influência na culinária foi o tempurá – pedaços de vegetais fritos.

A influência da China sobre o Japão foi maior ainda. Além dos ideogramas, os chineses exportaram o hashi, o macarrão tipo lámen, o yakisoba, o tofu, o shoyu e até a tradicional cerimônia do chá.

O atum é um dos peixes mais ameaçados do mundo. A pesca intensa está tornando os cardumes cada vez menores. O principal consumidor mundial de atum é o Japão, que utiliza o peixe principalmente no sushi.

Tóquio é uma das cidades com maior número de bares e restaurantes do mundo. Enquanto São Paulo possuiu algo em torno de 27 mil bares e restaurantes, Tóquio possui mais de 150 mil. Aliás, a cidade com maior número de restaurantes agraciados com estrelas do exigente guia Michelin de restaurantes de luxo é justamente Tóquio – o dobro de Paris. Antes das refeições, os japoneses costumam dizer “itadakimasu”, expressão cuja tradução é entendida como “eu humildemente recebo”. O “itadakimasu” nasceu provavelmente do respeito budista por todos os seres vivos. É uma forma de agradecer aos animais e plantas que deram a vida para alimentá-los.

Os japoneses gostam de experimentar a culinária de outros países, bem como variações de pratos e ingredientes locais. Ao contrário dos brasileiros, eles não fazem cara feia diante de uma nova iguaira. Muito pelo contrário. Por isso, é comum encontrar no Japão guloseimas e bebidas nos mais exóticos sabores, como um Kit-Kat sabor batata, refrigerante de pepino, sushi de carne de cavalo, sashimi de rã etc.

Os imigrantes japoneses trouxeram muito mais do que o sushi e o sashimi para o Brasil. Trouxeram, por exemplo, o caqui, a tangerina poncã, a maçã fuji e até a uva-Itália.

Um dos pratos mais consumidos no estado do Mato Grosso do Sul é o sobá – uma iguaria de origem japonesa.

O alimento mais consumido em residências, bares e restaurantes de São Paulo é a pizza. O segundo alimento mais consumido só pode ser o churrasco, certo? Errado. Apesar do grande número de churrascarias - são 500 em toda a capital paulista -, o segundo alimento mais popular entre é o sushi. São produzidos cerca de 17 mil sushis por hora na cidade.

Irashaimase (lê-se " irachaimassê) é a expressão usada para o nosso ‘seja bem vindo’ em japonês. Ao entrar em um restaurante e ouvir a saudação, responda apenas acenando de leve com a cabeça.

Fontes: Wikipedia, Super Interessante, Veja São Paulo, Made in Japan, Japão em Foco, Kodai Sushi, Folha de S. Paulo etc."

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