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13 - CULINÁRIA BAIANA _Receitas JT_faça você mesmo e saboreie _Fotos Mais JT_as mais belas fotos selecionadas
 

 

"Nenhum outro Estado brasileiro tem uma culinária típica tão diversificada quando a Bahia. A culinária baiana tem forte influência das culturas africana, portuguesa e, em menor escala (comparada a outras regiões do Brasil), indígena.

Os africanos trouxeram o gosto por temperos fortes, especialmente o azeite de dendê e as pimentas. Além disso, foi muito por força da forte associação entre culinária com a religião (muitas comidas são oferendas aos orixás) que as receitas conseguiram passar através de gerações (escravos não escreviam livros), chegando intactas até nossos dias. Dos índios veio a utilização principalmente de frutas, plantas e peixes locais. Os portugueses trouxeram o manuseio de utensílios (fogões e panelas) e a utilização de açúcar.

Pratos típicos da Cozinha Baiana


Abará
Preparado com a mesma massa do acarajé; a diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito.

Aberém.
À base de milho, preparado de forma semelhante à pamonha. Oferenda aos orixás Omulu e Oxumaré.

Arroz de auçá (ou arroz de hauçá). Versão baiana do arroz de carreteiro. Leva, além do tradicional charque, camarão seco, dendê e pimenta.

Acaçá.
À base de milho, o verdadeiro deve ser preparado segundo rituais rígidos do candomblé (a folha de bananeira é essencial). Segundo esse site, o acaçá é, "de longe, a comida mais importante do candomblé"; o acaçá era oferenda a todos os orixás.

Acarajé
O acarajé feito em terreiros é, basicamente, massa de feijão fradinho temperado e frito em óleo de dendê. Um dos mais conhecidos quitutes da Bahia, o acarajé é em geral associado à imagem do tabuleiro da baiana. Esse acarajé é mais rebuscado: o bolinho de feijão, após frito, é cortado e recheado com camarão seco, vatapá, caruru e saladas; muita moderação com a pimenta.

O preparo do acarajé, desde a escolha do feijão até a entrega ao cliente, deve ser todo feito segundo rituais dominados pela baiana. Isso gera situações inusitadas, como ver a baiana carregando e remexendo uma panela cheia de feijão, enquanto seu jovem assistente somente recebe o pagamento.

Bobó
A base dos bobós é feita de macaxeira ou inhame, amassada e cozida com azeite de dendê, leite de coco e temperos. Com a base, são preparadas diversas variações, como bobó de camarão, frango, peixe, etc.

Cabidela
À base de carne e miúdos de ave, cozidos no próprio sangue.

Carne de sol
Embora mais popular em cidades mais ao norte (Recife, Natal, Fortaleza), a carne de sol é também encontrada em diversos restaurantes de Salvador. Em tempos pré-refrigeração, a carne era exposta ao sol para que perdesse a água (esse método foi inventado em Areia Branca, RN, grande produtor de sal).

Caruru
Vegetais, principalmente quiabo (costuma levar também camarão seco), refogados em pimenta e azeite de dendê; em geral, acompanha outros pratos.

Efó
Originalmente, efó era um refogado com os temperos tradicionais (dendê, pimenta, etc) de uma planta chamada língua-de-vaca, trazida de Portugal. Mais recentemente, passou a ser feito também com taioba ou espinafre; algumas pessoas consideram o efó a majestade da culinária baiana.

Feijão de leite. Feijão cozido com leite de coco e açúcar.

Mininico de carneiro. Cozido das vísceras do carneiro, é uma versão baiana da buchada de bode, popular no sertão nordestino.

Moquecas
Diversas variedades: peixe, camarão, frutos do mar, aratu (tipo de mexilhão), maturi (tipo de castanha), etc. Moqueca de camarão do Bargaço Gilberto Freyre mencionou em Casa Grande & Senzala que a moqueca é uma síntese das culinárias que formaram o Brasil: os índios mostraram os ingredientes (peixes, legumes), os negros trouxeram os temperos (dendê, leite de coco), os portugueses trouxeram as grandes panelas de barro (segundo a wikipedia, os índios, inclusive os antropófagos, preparavam suas moquecas utilizando brasas no chão).

Todas as moquecas baianas são preparadas de forma parecida: em panela de barro grande, são colocadas camadas de vegetais (cebola, pimentão, tomate, etc), o peixe (ou camarão, aratu, etc), temperos, tudo coberto com óleo de coco e azeite de dendê. O segredo é que, após iniciado o cozimento, a panela é tampada e os ingredientes não são remexidos; os gostos se misturam e resultam num sabor único.

Existem, evidentemente, pequenas variações no preparo; ver receita de moqueca de peixe de Alex Atala. A moqueca é uma das principais razões do sucesso do restaurante Bargaço, que surgiu em Salvador e espalhou-se por diversas cidades, como Recife e João Pessoa; se você tiver a chance, não deixe de provar as moquecas do Bargaço.

Sarapatel
Cozido de miúdos de porco; prato de origem portuguesa. Receita de sarapatel.

Sarrabulho
Cozido de miúdos de boi; prato de origem portuguesa

Vatapá
Comida de origem africana, ganhou variações no Brasil (é bastante popular também no Pará), adaptando-se aos ingredientes locais. É preparado, basicamente, com farinha (ou pão), leite de coco, dendê, camarão, amendoim ou castanha, e temperos; tudo é triturado (ou, modernamente, passado em liquidificador). Por sua consistência cremosa, o vatapá é recheio preferido para o crocante acarajé.

Sobremesas da Bahia
No caso das sobremesas, foi dos Portugueses que vieram as influências mais fortes. Afinal, os portugueses vieram ao Brasil para produzir açúcar, principal matéria-prima de doces; ao açúcar, foram juntados produtos tradicionais de Portugal (principalmente o ovo, tanto a clara quanto a gema) e ingredientes do Brasil (amendoim, macaxeira, milho).
Como os doces não tinham o mesmo caráter religioso das comidas, eles foram mais amplamente assimilados por outras cozinheiras e doceiras; assim, muitos dos doces populares no Brasil tiveram origem na Bahia.

Aluá. Bebida fermentada, de milho ou abacaxi.

Arroz doce. Arroz cozido com leite e açúcar (ou leite condensado).

Baba-de-moça
Leite condensado, leite de coco e gemas.

Beiju
Origem indígena. À base de farinha de mandioca assada (também utilizada para a tapioca), o beiju é popular desde o norte de Minas até os sertões do Nordeste.

Canjica
Doce com milho triturado.


Atenção: na Bahia, assim como no restante do Nordeste, a canjica é o que os paulistas chamam de cural; o que os paulistas chamam de canjica, no Nordeste chama-se mungunzá.

Cocada.

Mungunzá
Milho cozido com leite de coco e açúcar.

Pamonha
Pode ser doce ou salgada.

Pé-de-moleque
Amendoim cozido com leite condensado.

Quindim. Doce da gema do ovo."

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14 - PAÍSES PRODUTORES DE VINHO NO MUNDO _Tendas Global_tendas, palcos, locação _Receitas JT_faça você mesmo e saboreie
 

 

"A produção de vinhos de qualidade está relacionada a um grande número de fatores climáticos e a diversas características do solo, sendo este conjunto denominado pelos franceses de Terroir (exploraremos melhor este conceito posteriormente).

Em função disto, os vinhos de qualidade estão restritos às regiões que estão situadas nas faixas de latitudes entre 30 e 50º ao norte e entre 30 e 42º ao sul, embora haja experiências de produção em outras latitudes, como no nordeste brasileiro. As faixas de latitudes acima, em conjunto com outros aspectos, definem os países mais importantes no mercado vinícola mundial. Estes países podem ser classificados em países do velho mundo, que são os localizados no continente europeu, e países do novo mundo, que são aqueles localizados nas Américas, África e Oceania.

Principais países produtores:

França
Principal país produtor de vinho do mundo, produz grandes vinhos de todos os tipos (tintos, brancos, espumantes, de sobremesa). As uvas mais conhecidas e admiradas por nós (Cabernet, Merlot, Syrah, Pinot Noir, Chardonnay, etc..) são quase todas de origem francesa. Uma busca rápida no site do Robert Parker resulta em cerca de 1.220 rótulos com 96 pontos ou mais. Na Wine Spectator o resultado é 1.344 rótulos com pontuação entre 95 e 100. Para se ter uma ideia da magnitude deste número, na Wine Spectator o 2º colocado, Itália, aparece com 571 rótulos com pontuação na mesma faixa! O problema da França é que tão alta quanto a qualidade dos vinhos também são os seus preços. Em uma lista com 169 vinhos de boa relação qualidade/preço que elaborei, apenas 24 eram franceses (com apenas 5 custando menos que R$ 100,00).


Itália
A Itália é o 2º país em importância quando estamos falando de vinho. Embora também produza bons vinhos de todos os tipos, os melhores italianos são, sem sombra de dúvida, os tintos, com destaque para as regiões do Piemonte, terra dos Barolos e Barbarescos, e da Toscana, com os famosos Brunellos di Montalcino, Chiantis e SuperToscanos. Aqui os melhores vinhos são produzidos com as uvas locais Sangiovese e Nebbiolo, mas também há, no caso dos SuperToscanos, participação de uvas de origem francesa. Dos países do velho mundo, a Itália é que contribui com mais vinhos, 38 rótulos (22.5%), na minha lista de vinhos com boa relação qualidade/preço. No cômputo geral perde apenas para a Argentina neste quesito.


Espanha
Mais um país com destaque para os tintos, principalmente os das regiões da Rioja e Ribera Del Duero, nas quais a uva Tempranillo prevalece (na Ribera de fato é um clone da Tempranillo denominado Tinta Del País ou Tinta Fina).


Portugal
Embora Portugal produza bons vinhos de todos os tipos, os mais famosos vinhos deste país são os vinhos do Porto (fortificados). Nos tintos e brancos normais o país ainda não consegue competir com França, Itália, Espanha, Alemanha e Áustria.


Alemanha
A Alemanha é um país para quem gosta de brancos. Há um total de 393 vinhos com pontuação top nos sites do Robert Parker e Wine Spectator, todos brancos, com grande destaque para a uva Riesling.


Argentina
A Argentina é hoje o país com maior número de vinhos com pontuação top na América do Sul, tendo ultrapassado o Chile, seu principal rival. Todos os vinhos de melhor pontuação são tintos, com grande predominância da uva Malbec, embora também haja alguns Cabernets Sauvignons ou blends. A Malbec é uma uva de origem francesa que se adaptou muito bem no terroir argentino e levou os vinhos deste país a uma posição de destaque no mundo. No mercado brasileiro, os vinhos argentinos são os que oferecem a melhor relação qualidade/preço. Da minha lista com 169 vinhos, há 42 argentinos (24.8% do total).


Austrália
A Austrália é o 2º país do novo mundo, perde apenas para os Estados Unidos, com maior número de vinhos com pontuação top, com um total de 485 rótulos, sendo 453 tintos. O grande destaque são os tintos da uva Syrah (denominada Shiraz na Austrália), mas também há contribuição de alguns Cabernets Sauvignons.


Chile
O Chile é o 2º, e último, país da América do Sul que importa no mercado mundial de vinhos. Já foi o mais importante, mas perdeu esta posição nos últimos anos para a Argentina. Mais uma vez só há tintos com pontuação top, com destaque para os Cabernets Sauvignons, blends e Carmenere, esta última uma uva francesa que hoje só existe no Chile.


Estados Unidos
Os Estados Unidos são o país com maior destaque na produção de vinhos no novo mundo, ao menos quando o critério é o número de vinhos com pontuação top existentes. No site do Robert Parker ele ocupa a 2ª posição geral, perdendo só para a França, e na Wine Spectator ocupa a 3ª posição, perdendo para a França e Itália.

O grande destaque são os vinhos Cabernets Sauvignons e blends da região do Napa Valley na Califórnia, mas também há boa participação dos vinhos feitos com Pinot Noir.

O grande problema dos vinhos americanos é a baixíssima disponibilidade de rótulos no mercado brasileiro.

De fato, é difícil achar os tops americanos mesmo nos Estados Unidos. A maior parte das grandes lojas de vinhos americanas tem mais vinhos importados do que os nacionais. De uma lista com cerca de 80 vinhos americanos que gostaria de comprar, após pesquisar em quatro grandes lojas de vinho em New York, encontrei zero (ou seja, não encontrei nenhum vinho da minha lista!). Para fechar, fui a um Wine Bar, recomendado pela Wine Spectator, em New York com a esperança de poder provar vários vinhos nacionais e não havia nenhum vinho americano disponível em taça!


CROÁCIA
A viticultura croata vem de longa data, quando as primeiras videiras foram trazidas pelos antigos gregos ou fenícios, através da costa do Adriático. No final do século XIX e início do século XX, o país exercia um importante papel no cenário do vinho europeu, porém atualmente a indústria ainda lida com as sequelas da guerra civil. Regiões e uvas Há duas principais regiões produtoras bastante distintas entre si, separadas por cadeias de montanhas que acompanham a costa: Kontinentalna Hrvatska ou Inland Croatia, mais ao interior, e Primorska Hrvatska ou Coastal Croatia, no lado mais litorâneo. Mais de dois terços da produção de vinhos da Croácia – e aproximadamente 90% da produção de Kontinentalna Hrvatska – é de brancos. Em Inland Croatia – de clima continental –, a cepa dominante é Laski Rizling (ou Welschriesling), lá conhecida como Grasevina. Além dela, cultiva-se Gewürztraminer, variedades de Pinots, Chardonnay, Riesling, Sauvignon Blanc, Furmint (denominada Moslavac na Croácia), Blaufränkisch (denominada Frankovka), Portugieser (Portugizac) e um pouco de Müller-Thurgau (Rizvanac). Os vinhos croatas costumam ser mais maduros e terrosos se comparados aos vizinhos eslovenos. Por outro lado, em Coastal Croatia – de clima é mediterrâneo – vinifica-se tintos a partir de Cabernet Sauvignon, Merlot, Teran – autóctone croata. A variedade branca mais expressiva é Malvazija Istarka, outra indígena, que gera vinhos com bom corpo, secos, com alguma mineralidade e final de boca que lembra amêndoas. Na região, também cultiva-se Gamay (lá conhecida como Borgonja), Chardonnay, Pinots e Muscat Blanc (Muskat Momjanski). Ainda em Coastal Croatia, encontra-se uma diversidade de uvas nativas dentre as quais destacam-se as brancas Posip e Grk cultivadas na ilha de Korcula e a tinta Plavac Mali, típica da sub-região da Dalmácia, base de tintos com bom corpo e ótimo potencial. Por muitos anos debateu-se se a Plavac Mali e a Zinfandel não eram a mesma cepa (a Zinfandel é originária da Croácia). Estudos da Universidade de Davis, na Califórnia, concluíram que Plavac Mali é, na verdade, fruto de um cruzamento espontâneo entre Zinfandel (no país, chamada de Crljenak Kastelanski) e Dobricic. Nos últimos anos, as áreas de vinhedos vêm se expandindo graças a iniciativas como a da organização “Roots of Peace”, que remove minas terrestres do solo, permitindo o replantio de mudas.

ESLOVÊNIA
Apesar de pequena, a Eslovênia tem longa história na vitivinicultura. De fato, sua tradição vinícola remonta há 2.400 anos. Os celtas e os ilíricos já faziam vinho na região antes da chegada dos romanos. Na Idade Média, a bebida continuou sendo produzida por monges. Tendo feito parte do Império Austro-húngaro e, mais tarde, da Iugoslávia, logo após a II Guerra Mundial, o foco da indústria no país foi dado por cooperativas e estava na quantidade. A Eslovênia se tornou independente em 1991 e, felizmente, muitos rótulos excelentes e longevos haviam sido produzidos, especialmente na região de Podravje, servindo como base para a atividade vinícola nos dias atuais. O clima é essencialmente continental, com verões quentes e invernos secos e frios. Geadas, granizo e até mesmo secas costumam ocorrer em todo o país. Tradicionalmente, a vinificação era feita em barris de carvalho esloveno; atualmente, utilizam-se tanques de inox e maturação em barris de carvalho francês e do leste europeu. Antes de serem lançados ao mercado, a legislação eslovena determina que os vinhos passem por uma minuciosa análise técnica e sensorial para aferir seu nível de qualidade. Assim, um rótulo pode ser classificado como: namizno vino (vinho de mesa), dezelno vino PGO (vinho de país, vindo de uma única região), kakovostno vino ZGP (vinho de qualidade) ou vrhunsko vino ZGP (vinho de qualidade premium). Além disso, de acordo com o grau de açúcar residual, os vinhos são rotulados como: suho (seco), polsuho (meio-seco), polsladko (meio-doce) ou sladko (doce). Regiões e uvas A Eslovênia divide-se em três regiões vinícolas: Podravje, Posavje e Primorska. Podravje é a maior e subdivide-se em sete distritos. As cepas mais cultivadas são Laski Rizling (Weschriesling) e Sipon (ou Furmint), que se destinam à produção de vinhos de massa. Já Renski Rizling (Riesling), Chardonnay, Sauvignon Blanc, Sivi Pinot (Pinot Gris), Beli Pinot (Pinot Blanc), Diseci Traminec (Gewürztraminer) e Modri Pinot (Pinot Noir) são utilizadas na produção de rótulos varietais de melhor qualidade. Quase todo o vinho feito em Podravje (aproximadamente 95%) é branco, embora a produção de tintos, especialmente Modri Pinot, venha aumentando. Posavje, por sua vez, é a menor e menos importante região vinícola eslovena e produz um pouco mais de tintos do que de brancos. Os vinhos de massa prevalecem e, no local, é feito um tradicional blend tinto denominado Metliska Crnina, além de um corte feito de uvas tintas e brancas muito popular e bastante ácido, chamado Cvicek. A indústria vitivinícola da região de Primorska – que significa “ao lado do mar” – possui quatro distritos, entre eles o de Goriska Brda, que é a continuação da região de Collio, na Itália, e tem se desenvolvido muito desde o início dos anos 1990, sendo hoje a mais prestigiada área da Eslovênia. Lá está o maior número de grandes produtores, bem como a maioria dos melhores tintos eslovenos, embora ainda haja prevalência dos brancos, que normalmente apresentam melhores qualidade e valor.

Outros Países
A Áustria também merece destaque, com 105 vinhos tops encontrados, todos brancos. Mas a disponibilidade no mercado brasileiro também é muito baixa.
Outros que aparecem com vinhos pontuados na faixa top e que têm boa disponibilidade no mercado brasileiro são a Nova Zelândia (com dois rótulos) e a África do Sul (com três rótulos).
Há ainda outros países, como o próprio Brasil, Grécia, Hungria (este particularmente para vinhos doces) e Uruguai, que podem ter bons vinhos, mas que não têm a mesma importância dos anteriormente citados.
Por fim, obviamente, há vinhos produzidos em diversos outros países, como Peru, China, Egito, Marrocos, etc.
"

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15 - ALIMENTOS QUE NOS AJUDAM A VIVER MELHOR _Fotos Mais JT_as mais belas fotos selecionadas _Curiosidades JT_saiba tudo sobre tudo
  "Para prevenir algumas doenças e até mesmo problemas no nosso organismo, os médicos recomendam uma boa alimentação. Pois sem dúvida nenhuma, alimentos saudáveis contribuem intensamente para o controle de nossa saúde. Por isso na hora de fazer suas compras faça uma boa seleção dos alimentos. Veja aqui alguns deles, que com certeza, nos ajudam a viver mais.

AVEIA: Ajuda a diminuir o colesterol ruim. Ganhou o selo de redutor do risco de doenças cardíacas da FDA – Agência Americana de Controle de Alimentos e remédios. Recomenda-se: 40g por dia de farelo ou 60g de farinha.
ALHO: Reduz a pressão arterial e protege o coração ao diminuir a taxa de colesterol ruim e aumentar os níveis do colesterol bons. Pesquisas indicam que pode ajudar na prevenção de tumores malignos. Recomenda-se: 1 dente por dia.
AZEITE DE OLIVA: Auxilia na redução do colesterol ruim. Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração. Recomendação: 15ml por dia ou uma colher.
CASTANHA-DO-PARÁ: Assim como noz, pistache e amêndoa, auxilia na prevenção de problemas cardíacos. Também ganhou o selo da FDA. Recomenda-se: 30g por dia ou 5 a 6 unidades.
TOMATE: Auxilia na prevenção do câncer de próstata. Recomendação: Uma colher e meia de molho de tomate por dia.
CHÁ VERDE: Auxilia na prevenção de tumores malignos. Estudos indicam ainda que pode diminuir as doenças do coração, prevenir pedras nos rins e auxilia no tratamento da obesidade. Recomenda-se: 4 a 6 xícaras por dia.
MAÇÃ: Ajuda a prevenir tumores malignos. O consumo regular de frutas variadas auxilia na redução de doenças cardíacas e da pressão sanguínea, além de evitar doenças oculares como catarata. Recomenda-se: 5 porções de frutas por dia.
PEIXES: Os peixes ricos em ômega 3, como a sardinha, o bacalhau e o salmão, são poderosos aliados na prevenção de infartos e derrames. Reduzem dores de artrite, melhoram a depressão e protegem cérebro contra doenças como o mal de Alzheimer. Recomenda-se: pelo menos 180g por semana.
SOJA: Ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Seu consumo regular pode diminuir os níveis de colesterol ruim em mais de 10%. Ajuda a amenizar os incômodos da menopausa e prevenir o câncer de mama e de cólon. Recomenda-se: 150 g de grão de soja p Por dia, o equivalente a uma xícara de chá.
VINHO TINTO: A uva vermelha, presente no vinho ou no suco, ajuda a aumentar o colesterol bom e evita o acúmulo de gordura nas artérias, prevenindo doenças do coração. Recomenda-se: 2 copos de suco de uva ou 1 taça de vinho tinto por dia."




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16 - ALIMENTOS PARA MANTER A MASSA MUSCULAR DOS HOMENS _Frases JT _Sartori Informática_micros-cursos-internet à rádio
 

"Os homens assim como as mulheres, não deixam nada a perder nos cuidados com a saúde.
Eles são vaidosos, se cuidam mesmo e alguns até fazem exercícios físicos para fugir do sedentarismo.

Aqui vão algumas dicas de alimentos que os homens não podem deixar de comer para manter a saúde em dia principalmente para aqueles que freqüentam academia regularmente. Pois muitos alimentos ajudam a aumentar a massa muscular ou a manter a saúde desses tecidos. Eles são:

OVO:
A proteína dos ovos é de alto valor biológico. Ajuda o corpo a formar e renovar musculatura.
Junto com os carboidratos (arroz, de preferência integral, e batata, por exemplo), ajuda na recuperação depois do treino, quando seu corpo precisa repor fibras musculares.

SALMÃO:
Esse peixe de águas frias tem proteínas, àcido graxo e ômega 3, que é antioxidante e protege
as células. Suas gorduras boas também favorecem os hormônios masculinos.

IOGURTE:
Para o alívio pós-treino, a combinação de proteínas e carboidratos faz desse derivado do leite
uma ótima pedida para a recuperação depois de uma sessão intensa de musculação.
Prefira as opções sem açúcar e adicione frutas e cereais integrais, como aveia.

AVE MAGRA:
Peru ou peito de frango sem pele evitam calorias adicionais e gorduras saturadas da carne vermelha.
É também fonte importante de ferro e zinco, nutrientes vitais para o organismo.

CEREAIS:
Eles precisam ser 100% integrais. Boa fonte de carboidrato, mas que é absorvido de forma mais lenta pelo organismo, permite além de mais saciedade, uma energia mais gradual ao longo do dia.

O bom de tudo isso é que você pode preparar receitas muito saudáveis com esses ingredientes, incrementando-os com uma salada de folhas verdes, kani picado, lentilha e azeite. Para acompanhar: feijão e arroz, mas prefira o arroz integral e prepare-o com brócolis. Para completar, omelete com 2 claras e 1 gema com ervilha, tomate e peito de peru. Para beber, prefira um suco de laranja."



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