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05 - DICAS PARA VISITAR O PETAR _Fotos Mais JT_as mais belas fotos selecionadas _Receitas JT_faça você mesmo e saboreie
 

 

"Visitar o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) é sem dúvida alguma uma viagem inesquecível, mas quando se trata de segurança, devemos ficar muito atentos.

Aqui estão algumas dicas muito importantes para você que irá visitar o PETAR pela primeira vez ou, se já conhece, tenho certeza que alguma dica lhe será útil. Planejar a viagem é fundamental. Coletar dados de onde irá ficar, visitar os sites das pousadas é o ideal.


O que trazer?

Para as Pousadas:
Itens de higiene pessoal; roupa de cama e banho (confira se a sua pousada oferece esses itens); Sandálias.

Para uso nos passeios:
Roupas que possam molhar, prefêrencia para calças de tactel, pois secam rápido; Agasalho; Roupas de banho; 2 pares de calçado que possa molhar; Toalha pequena; Protetor solar e repelente; Óculos de sol e boné; Lanterna, prefêrencia para as 'Head Lamps' (lanternas de cabeça) e pilhas reservas; Máquina fotográfica; Capacete de segurança para uso nas cavernas; Cantil para água; Capa de chuva; Sacolas tipo 'zip' para armazenar itens que não possam molhar; Mochila pequena para transportar todos esses itens.

Lembramos que para fazer os passeios nas cavernas é OBRIGATÓRIO o uso de: Calça comprida, tênis fechado, camiseta com manga média e capacete com iluminação.

Dicas de Segurança:
Jamais faça qualquer trilha ou caverna sem estar acompanhado de um monitor ou guia local;
Siga as orientações dos monitores ou guias locais;
Entre em contato com antecedência com seu meio de hospedagem, monitor local ou Agência Local de Turismo para se informar sobre os passeios, o que trazer, grau de dificuldade e demais informações.

Dicas de Acomodação:
Somente o município de Iporanga possui hoje mais de 800 leitos em suas pousadas e campings.

Opções não faltam. Tanto de preços quando de estruturas oferecidas;
As principais pousadas estão no Bairro da Serra (Iporanga).
Devido a facilidade e a proximidadade das cavernas, como a primeira pousada, Pousada da Divam desde 1968 e a mais requintada, a Pousada das Cavernas;
No Centro da Cidade de Iporanga e em Apiaí há bons hotéis.

Reserve sempre com antecedência; Para você que pensa em conhecer toda a beleza natural que se encontra no PETAR ou até mesmo toda a região do Estado de São Paulo.

Dicas para a viagem: Pare de preferência nos postos indicados em nosso mapa ou de grandes redes;
Não dê caronas;
Não compre qualquer tipo de produtos ou aves/animais que lhe for oferecido;
Estar com uma lista dos telefones uteis da região é importante;

Como é a região (Clima, Vegetação, Mosquitos)?: Clima - úmido, chuvoso e quente.
No inverno chega a gear em determinados dias; Vegetação - Mata Atlântica de Encosta preserva e selvagem; Insetos - há em pequenas quantidades, não chega a causar incômodos, mas se for alérgico trazer anti-histamínicos. Lembre-se, você estará na maior porção preservada de Mata Atlântica do Brasil.


DICAS E RECOMENDAÇÕES GERAIS - PETAR

O respeito para com o ambiente, outros visitantes e funcionários do parque, assegura um passeio agradável e proveitoso; Muitos acidentes podem ser evitados pelo uso de equipamentos básicos e adequados (capacete, lanterna, calçado anti-derrapante, vestimentas confortáveis e outros);
Traga de volta todo lixo que produzir (orgânico e inorgânico), guardado-o em sacos plásticos que deverão ser depositados nos latões de lixo existentes;
Evite o uso de sabonete, shampoo ou derivados nos rios e cachoeiras;
Não retire ou colete sementes, plantas e materiais rochosos;
Evite consumir bebidas alcóolicas no Parque;
Siga pela trilha principal e não abra trilhas variantes (atalhos);
Nas cavernas não retire absolutamente nada, nem mesmo pedras soltas e não toque nos espeleotemas (estalactites e estalagmites) para não alterar sua formação e não sujá-los;
Não fume no interior da caverna, pois a fumaça é prejudicial a este delicado ambiente.


COMO CHEGAR NO PETAR O PETAR situa-se na região do Alto Ribeira, sudoeste do Estado de São Paulo, há cerca de 320 KM da Capital, nos municípios de Iporanga (75%) e Apiaí (25%), podendo ser acessado pelas rodovias Castelo Branco ou Régis Bittencour."

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06 - EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS PARA O CAVING _CSC Vasos_cerâmica artística e vasos ornamentais _Valdirart Design_design gráfico
 

 

"Saiba quais são os equipamentos necessários para você praticar o caving com segurança:

•Ascensor: empregado para auto-segurança e deslocamento em corda fixa, esse equipamento é utilizado em cordas e quando fixado desliza em um único sentido

•Botas: de preferência de neoprene com solado reforçado ou botas resistentes a água, com boa resistência à abrasão.

•Cabo solteiro: corda dinâmica de 3,5m - 9,5mm utilizada para auto-segurança.

•Cadeirinha: envolvem o quadril e as coxas para fixação de cordas e demais equipamentos de segurança no momento da descida ou subida dentro das cavernas, em paredes íngremes. São
constituídas basicamente de fitas tubulares com costuras reforçadas.

•Capacete: de uso obrigatório, sua função básica é proteger de pedras soltas.

•Carbureteira: utilizado para iluminação, produz o acetileno a partir de pedras de carbureto em reação com a água.

•Cordas: pode servir como sustentação em escaladas e necessita ser resistente à abrasão. Normalmente utilizadas cordas simples de 10,2 a 11 mm de diâmetro.

•Descendor: utilizado para descer deslizando pela corda

•Fitas: As fitas são cortadas em diferentes tamanhos, de acordo com sua finalidade, e podem ser usadas para segurança, fixação e ancoragem.

•Freios: peças metálicas de diferentes tipos (oito, magnone, ATC, stop), com a função de controlar a descida do escalador na corda

•Head Lamp: lâmpada utilizada sobre o capacete para iluminar o caminho.

•Kit de grampeação: Usado para fixar os grampos e possibilitar a escalada, contém martelo, batedor, plaquetas e spits de 8mm.

•Lanterna: para facilitar o deslocamento dentro do ambiente escuro das cavernas, devem ser de preferência à prova d’água.

•Luvas: de preferência de neoprene, para proteger as mãos durante o deslocamento.

•Mochila: para carregar o equipamento, normalmente são utilizadas mochilas de 25 a 35 litros.

•Mosquetão: peça metálica em formato de elo com uma parte móvel (lingüeta) que se fecha com a ação de uma mola interna. São fabricados em vários formatos, cada um com uma aplicação específica.

•Roupa: de neoprene ou macacão, além de ajudar na mobilidade, protege do atrito com as pedras e também do frio de algumas cavernas."

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07 - PREVENÇÃO EM CAVERNAS _Valdirart Design_design gráfico _Anuncie Aqui!
 

 

Atualmente, com o desenvolvimento de técnicas e equipamentos e aumento da preparação dos espeleólogos e guias, a exploração e turismo em cavernas são atividades relativamente seguras, mas o risco de acidentes, envenenamento ou doenças é grande.

Em geral estes riscos estão associados a pouco planejamento ou a negligência, por isso é importante conhecê-los antes de qualquer incursão em grutas ou terrenos cársticos. Também é fundamental que a exploração nunca seja feita por pessoas desacompanhadas.

É recomendável que as pessoas conheçam primeiros socorros. Como medida adicional, a administração do parque, proprietários das terras ou autoridades, como bombeiros ou policiais florestais devem sempre ser avisados do destino da equipe, número de membros, planejamento e prazo de retorno. Por sua própria natureza as cavernas se localizam em terrenos acidentados, com vegetação cerrada e presença de rios.

Como as cavernas costumam ficar no interior de parques ou fazendas, elas costumam estar distantes de estradas. Nestas condições o resgate dos exploradores e turistas pode ser difícil e demorado, por isso um bom planejamento e utilização de equipamentos e técnicas adequadas pode evitar que situações complicadas ou fatais aconteçam. Os principais riscos são listados a seguir:

Quedas – O relevo do carste, galerias e formações no interior de cavernas exigem cuidados na caminhada. Em qualquer das atividades dentro e fora da caverna, bem como nos trajetos de entrada e retorno, há possibilidade de quedas que podem causar lesões musculares, fraturas, traumatismos e até a morte. Sempre que haja risco associado a altura, cordas e técnicas verticais devem ser utilizadas para evitar quedas perigosas.

Envenenamento – Nas proximidades e interior de algumas cavernas é possível encontrar animais peçonhentos como cobras, escorpiões e aranhas. O uso de botas e roupas que protejam pernas e braços minimiza o risco de envenenamento. Caso algum membro do grupo tenha sido atacado, deve-se procurar imediatamente o hospital mais próximo. Se possível, o animal deve ser levado para facilitar a identificação da espécie e o soro mais adequado.


Doenças- A doença mais comum que pode ser adquirida em cavernas é a hidrofobia (raiva), transmitida por morcegos. Embora eles não costumem atacar diretamente as pessoas, é possível o contato acidental com unhas e dentes dos morcegos quando eles voam ao entrar e sair das grutas . Outra doença possível é a histoplasmose, doença adquirida pela inalação dos esporos do fungo Histoplasma capsulatum presente no guano de morcegos. É uma doença oportunista que só ataca pessoas com baixa resistência, por isso é recomendável a utilização de máscaras em áreas propícias à presença do fungo.


Hipotermia – A permanência prolongada em ambientes inundados ou com baixas temperaturas, associada ao cansaço, pode levar à hipotermia, condição perigosa que se não tiver os cuidados adequados pode provocar choque circulatório, inconsciência e até a morte A hipotermia não tratada a tempo pode provocar lesões e seqüelas neurológicas por insuficiência circulatória. Para evitá-la, os exploradores devem levar roupas impermeáveis, de secamento rápido, agasalhos e roupas secas. O aquecimento com cobertores ou banhos quentes e o uso de bebidas quentes é a forma mais eficiente de tratamento precoce. Ao contrário da crença popular, o uso de bebidas alcoólicas é desaconselhado e pode até piorar o quadro. Afogamento – Risco em cavernas inundadas, travessias de rios subterrâneos ou superficiais ou durante a prática de mergulho. O uso de coletes salva-vidas por pessoas que não saibam nadar é recomendável."

Fonte: Bio-Bras

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08 - COMO TIRAR FOTOS EM CAVERNAS _Enigmas JT_treine seu raciocínio _Guardião - Segurança Eletrônica
 

 

"Fotografar em caverna não é fácil. O ambiente muito escuro obriga o uso de flash e com isto as pilhas vão embora rápido e as fotos ficam sempre limitadas ao alcance do flash.

Para dar maior alcance ao flash (isto também vale no interior de casas) utilize um filme mais sensível, como ISO 400, por exemplo.
Com este filme o alcance de seu flash dobrará. Se ele era recomendado para distância até 3,5 a 4 metros com filme ISO 100, com ISO 400 o alcace passa a ser de 7 a 8 metros de distância.

Filmes mais sensíveis também são mais toleranrtes a variaçã de luz, diminuindo aquele contraste forte entre a parte iluminada e parte escura da foto."



"Como Usar e Otimizar a Iluminação dos Flashes
Escolha os espeleotemas pela cor, forma e formação. Flores muito brancas, de calcita ou aragonita límpidas, ficam melhores com luz rebatida. Para as fotos de close, quando você usa por exemplo uma teleobjetiva 200 mm, recomenda-se aberturas pequenas, entre f11 a f22, para obter melhor definição de texturas e menos excesso de luz.
As vezes, são necessários dois disparos de flash, rebatidos um de cada lado. Você pode usar tripé, flash com cabo longo e câmera na mão, ou ainda um recurso “gambiarra”, mas que já demonstrou dar certo. Com a câmera em “B”, clique já apontado para o espeleotema, enquanto outra pessoa, já treinada, dispara o flash da distância e ângulos combinados.

Este esquema em geral exige certo treinamento em parceria, fotógrafo e “iluminador”. Alguns espeleotemas, devido à suas localizações de perfil, permitem que se estenda por trás um cartão de papel, simulando um fundo uniforme que destaca melhor suas formas, que do contrário poderiam ser prejudicadas por um fundo confuso.

E já que você desenrolou um cartão, aproveite e faça todas (ou quase todas) as fotos nas quais você pretende utilizá-lo. Em fotos de espeleotemas muito claros, abuse um pouco da subexposição. Mas nem tudo são cores vivas ou translúcidas, muitos espelotemas possuem coloração ocre, pardacenta ou amarelada, as vezes marron, e neste caso sua beleza pode não estar em sua composição cristalina, na pureza, e sim em seu formato peculiar, ou até mesmo em seu curioso processo de formação. Assim, explore melhor novos ângulos para a luz.

Outro recurso muito empregado é o uso do “testemunho”, que é a inclusão, na foto, de um objeto que dê a escala, servindo para demonstrar qual é a verdadeira dimensão do assunto em questão. Pode ser um mosquetão, uma mão, uma pessoa agachada (neste caso, se o espeleotema for um pouco maior), um objeto qualquer. É importante fazer mais de uma foto de cada, sempre com algumas variações na abertura e nos flashes, a fim de aumentar as chances de uma foto melhor.

Com o tempo e a experiência, vai-se diminuindo a quantidade de fotos por assunto. Recomendo o emprego de filme cromo ASA 50 ou 64 para a fotografia de espeleotemas. Filme negativo (convencional) não proporciona contraste e aproveita muito pouco da iluminação planejada. Filmes em P e B surtem bons resultados, dependendo de um pouco mais de experimentação e testes. Geralmente, os melhores são os de ASA 100.

Falaremos agora de um importante acessório fotográfico, que pode otimizar seus trabalhos de documentação subterrânea – a fotocélula. Ela é um dispositivo muito simples, formado por um capacitor e um componente do mesmo nome, e sua utilidade é receber um impulso luminoso e simultaneamente disparar uma pequena carga contida em um capacitor que acionará um outro flash.

Uma fotocélula é um equipamento que dispara um flash ao receber um estímulo luminoso vindo de outro flash, respondendo tão rapidamente que obviamente é impossível perceber diferenças de tempo entre o primeiro e o segundo (trafegam na velocidade da luz!..).

Se você vai fotografar um espeleotema que não pode ser bem iluminado com um disparo frontal ou mesmo com um só disparo, pode usar uma célula e combinar dois ou mais flashes saídos de diferentes direções. Pode-se também optar, neste caso, por usar a câmera na mão, um flash nela e outro na mão de outra pessoa, devidamente posicionada, ou ainda a câmera no tripé e os dois flashes cada um na mão de um.

O flash acoplado diretamente à câmera não costuma ser muito interessante, pois dificilmente a melhor iluminação será aquela disparada frontalmente. Se você usar tripé, pode até mesmo fazer a foto com quantos disparos quiser, pois uma vez com a máquina presa ao tripé e com a cortina aberta em “B” na câmera, você pode estar mesmo sozinho e se deslocar de um lugar a outro com um só flash na mão.

Cuidado para não atravessar na frente da câmera durante seu deslocamento, ou se demorar com a luz de carbureto próxima ao visor da câmera, coisa que nem muitos sabem, mas que pode atingir o filme também por trás do corpo da máquina.

Trace seu caminho e mantenha sua luz de carbureto fora da cabeça, acesa mas um pouco afastado da câmera, onde possa iluminar seus deslocamentos mas não interfira, nem mesmo quando você for revisar coisas no visor.

Lenços ou toalhas de rosto são imprescindíveis, pois nosso suor é frequentente no ambiente cavernícola, provocando sucessivos embaçamentos de visor, causado pela saturação de umidade e vapor d’água. Espeleotemas translúcidos e luz rebatida A maioria dos espeleotemas brancos fica melhor iluminada com luzes rebatidas, suavizadas.

Grupos de espeleotemas no chão podem ser muito bem iluminados com luzes rebatidas em uma parede ou mesmo em um teto baixo. Neste caso, verifique bem a cor dos mesmos, pois a luz oriunda do flash e rebatida em uma superfície com forte tonalidade de cor (amarela, por exemplo) pode chegar ao seu objetivo final ligeiramente ou até mesmo acentuadamente tonalizadas pelas cores da área rebatida.

Um pedaço de lonita branca de 1,5 X 1,5 m aberta sobre grupo de formações e seguro por duas pessoas pode servir como um excelente rebatedor para espeleotemas mais grandinhos ou grupo de formações, seja no piso da caverna ou nas paredes. Os isopores, tão úteis nos estúdios, são inviáveis de serem transportados e manuseados.

A lonita ocupa pouquíssimo espaço, e vai dobrada na mochila. Se você está embaixo de um teto muito alto, ou suficientemente alto para não poder ser usado como superfície de rebatimento, ou não há paredes próximas, opte por usar luz frontal ou em ângulo, e ao invés de disparar o(s) flash(es) de perto e economizar disparos, faça o contrário – distancie-se e aumente o número de disparos. Esse é um procedimento que custa certo número de tentativas e erros.

Você pode inclusive empregar disparos vindos na direção da câmera, quase de frente para a objetiva, mas tenha o máximo cuidado para não acertar a objetiva da câmera com disparos diretos, o que naturalmente arruinaria aquela exposição.

E lembre-se, ao fotografar detalhes muito brancos, muitas vezes é melhor uma subexposição do que uma superexposição."

Texto de João Paulo Mazzilli - fotógrafo

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