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05 - COMBATE AOS CARRAPATOS BOVINOS _Tendas Global_tendas, palcos, locação _Guardião - Segurança Eletrônica
 

 

"Uma das doenças do gado mais importantes que afeta os rebanhos bovinos é a carrapatose. É doença que causa enormes prejuízos e grande desconforto para os animais, prejudicando assim o desenvolvimento e a produção bovina. Os carrapatos, além dos problemas que normalmente causam, transmitem doenças que afetam de forma drástica o animal. Estas doenças são a babesiose e a anaplasmose que fazem parte do complexo tristeza parasitária bovina.


Um grande agravante no combate aos carrapatos bovinos é que so mesmos não podem ser eliminados do rebanho, porque apesar de transmitirem a tristeza parasitária são eles que mantêm os níveis de anticorpos contra a doença. Os carrapatos inoculam constantemente os agentes da tristeza parasitária bovina e então estes estão sempre sendo estimulados a produzir anticorpos contra a tristeza parasitária.

Por outro lado, é de suma importância que nossa vigilância esteja sendo levada com seriedade , pois em qualquer descuido a população de carrapatos pode aumentar de forma a levar alguns animais à morte.

É comum em propriedades descontroladas estarem os animais tão afetados que começam a emagrecer, não ter o rendimento esperado, chegando ao extremo de morrerem. Uma proposta de controle de parasitas é o estratégico, que consiste em banhar os animais de forma a não deixar o desenvolvimento de teleóginas por um período de 120 dias. No Sudeste este controle de parasitas deve ser realizado na época de maior calor, que coincide com a época das chuvas, quando aumenta também a umidade relativa. A partir de dezembro, começa um pico de crescimento do carrapato que deve ser combatido por banho carrapaticida.
Banho Carrapaticida no Controle de Carrapatos no Gado

As formas de dar banho carrapaticida podem variar com o produto. Geralmente, o banho por aspersão requer em torno de quatro a cinco litros de solução por animal adulto. O animal tem que ser molhado totalmente desde a cauda até a ponta do focinho. Um dos grandes problemas que encontramos no banho carrapaticida é que nas partes baixas e nas reentrâncias da pele muitas vezes não ficam bem molhados e os carrapatos que ali estiverem não sofrerão os efeitos do veneno. Estes carrapatos vão se desenvolver e contaminarão as pastagens, prejudicando de forma drástica o controle de carrapatos.

Este tipo de banho carrapaticida deve ser realizado a cada 21 dias, com um total de cinco a seis banhos. Este combate deve cobrir um período de 120 dias, sem que haja desenvolvimento de teleóginas. Este banho pode ser dado por aspersão ou “pour-on”. Se o carrapaticida bovino utilizado tiver maior tempo residual, estes banhos podem ser mais espaçados com intervalos de 35 dias. O importante é combater os carrapatos de maneira que não permita o desenvolvimento de teleóginas.

Quando formos banhar o rebanho, devemos atingir todo o contingente no menor espaço de tempo. Por exemplo, não é recomendado que se banhem os animais solteiros numa semana e os gados de leite na semana seguinte. Além de termos um controle muito trabalhoso, pode haver a possibilidade de um animal banhado trocar de lote e ser o contaminador daquele pasto. O ideal é que se banhe todo o rebanho no máximo em três dias.

Manejo do Gado Correto para o Banho Carrapaticida

Um dos grandes problemas que encontramos nas propriedades é a forma de se dar o banho carrapaticida. Quando se faz uso de aspersores, os costais têm uma capacidade para 20 litros de calda, que daria para banhar entre quatro e cinco animais; no entanto, temos visto que nas propriedades com esta mesma quantidade de calda o funcionário banha até 40 animais. Conclui-se que este banho foi mal dado, porque a bomba é pesada; conseqüentemente, o trabalho realizado pelo operador é pesado e, por este motivo, os três primeiros animais têm banhos melhores, mas logo o operador fica cansado e não consegue trabalhar adequadamente, fugindo do objetivo.

É muito comum neste caso as pessoas reclamarem do produto e muitas vezes trocá-lo, sem se preocupar com o princípio ativo que pode, com freqüência, ser o mesmo que o anterior. Às vezes, no segundo banho carrapaticida com o mesmo produto, o operador consegue melhor sucesso mas quando se procura saber o porquê, simplesmente houve maior capricho no banho carrapaticida.

Um agravante ao se combater carrapatos bovinos é que nesta época é que se tem a maior precipitação pluviométrica. Quando os animais tomam banho carrapaticida e logo após são atingidos por uma chuva, dependendo da qualidade do , este é lavado e perde o efeito. Neste caso, o controle é interrompido e não se alcançam os resultados esperados. Este é um dos grandes causadores de insucesso do combate estratégico aos carrapatos bovinos. Outro que se deve chamar a atenção, é que os banhos não foram dados de forma adequada tanto em quantidade quanto em qualidade, não atingindo todos os pontos do corpo do animal. Há uma variação enorme da quantidade gasta pelos proprietários para banhar seus rebanhos. Esta quantidade varia de meio litro até oito litros por animal. Como se há de convir, com meio litro de calda não é possível banhar todo um animal adulto. Por outro lado, oito litros para banhar um animal está se desperdiçando o produto.

Outra forma de agir das pessoas é a troca constante de base medicamentosa sem critério. Isto ocorre sempre quando não se tem sucesso com os tratamentos, então, troca-se por outra base mas o problema continua sendo a falta de qualidade do banho carrapaticida dado.

Todos estes cuidados devem ser observados na hora de planejar o controle de pragas estratégico. Qualquer erro em qualquer fase pode comprometer seriamente o sucesso."

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"O coqueiro precisa de muita água, temperatura alta e muita radiação solar. A área escolhida para plantio necessita de uma precipitação média anual superior a 1.600 mm. Em regiões com chuvas abaixo de 1.000 mm/ano, é preciso sistema de irrigação. A temperatura anual média deve ter em torno de 27ºC.

Baixas temperaturas causam modificações na morfologia da planta. A radiação solar ou insolação acima de 2.000 horas/ano é propicio para o coqueiro, com o mínimo de 120 horas/mês. Solos profundos são ideais (cerca de 1m de profundidade), argilosos e silico-argilosos, bem drenados, ricos em matéria orgânica, com lençol freático entre 1 a 4m de profundidade.
As áreas devem ser planas a ligeiramente onduladas. A produção de mudas é realizada através da noz semente.
A planta escolhida deve estar em plena produção, apresentar precocidade, ser vigorosa, ereta, sua copa deve ter de 30 a 35 folhas e comprimento de 4 metros, com folhas para cima e para baixo (excluir aquelas com copa em forma de espanador).

O coqueiro deverá ter grande número de cachos e frutos, com pendúnculo curto e flores femininas, frutos de forma arredondada, a parte comestível com alto teor de óleo e a água saborosa quando ainda verde.

Escolha os frutos que estejam no ponto de cair naturalmente, com 50 a 70% de água para ocorrer a germinação. Após colhidos, e amontoados em local arejado e protegidos do sol, os frutos necessitam descansar por 10 dias (coqueiro anão) e 20 dias (coqueiro gigante). Depois desse período, as nozes devem ser preparadas para a semeadura. Será feito o entalhe, que é a retirada de um pedaço da casca fibrosa na protuberância mais alta, do lado que se prende à inflorescência.

Para plantio, escolha uma área que fique em pleno sol. Para preparar os canteiros, estes devem ter 1,2 m de largura e comprimento variando de acordo com a quantidade de sementes. Organizar as nozes lado a lado, com entalhe para cima e voltados para a mesma direção. Preencher com terra os espaços vazios entre as sementes, deixando 1cm de fruto descoberto. Cobrir com uma camada de casca de arroz, capim ou similar, com uma espessura de 3 a 4cm para manter a umidade das regas regulares.

É necessário etiquetar os frutos com a data da semeadura, por que a germinação está relacionada com a precocidade da futura planta. Sementes que não germinarem no prazo de 120 dias devem ser excluidas. Assim que a planta alcançar 15cm , eliminar os brotos mais fracos, deixando apenas um, o mais vigoroso, bem fixado na casca. Com um gancho de ferro retirar a muda do germinador e cortar as raízes longas a 1 ou 2cm da casca. Após, colocá-las em sacos plásticos ou viveiros. Os sacos devem ser de polietileno preto, com 0,2mm de espessura, dimensões de 40cm x 40cm (anão) ou 60cm x 60cm (gigante) e furos no terço inferior (3 fileiras espaçadas de 5cm ).

Para cada 1m3 preparar a seguinte mistura:

a)35 latas de 20 litros de terra de superfície;
b)12 latas de 20 litros de esterco de curral curtido;
c)2,5 kg de superfosfato simples;
d)0,5 kg de cloreto de potássio.

Peneirar a terra e o esterco antes de realizar a mistura. Umedecer a mistura e deixar descansar por 30 dias. Os sacos devem ser cheios, até 2/3 de sua capacidade, com a mistura, colocar a muda e completar o enchimento de modo que a semente seja coberta com 1-2cm de terra misturada. Distribuir sacos plásticos na área com espaçamento de 60 x 60 x 60cm , em forma de triângulo equilátero.

As mudas devem ser mantidas úmidas com regas efetuadas de manhã e à tarde (as mudas são colocadas de modo que o fruto seja coberto com apenas 2cm de terra). Pela manhã faz-se a irrigação e também no final da tarde. Um mês após efetuar adubação em cobertura com a seguinte mistura: 16,5% de uréia, 33,5% de superfosfato simples e 50% de cloreto de potássio aplicando 18g, por planta, na primeira aplicação. Subir para 24g (2 meses), 30g (3 meses), 36g (4 meses), 48g (a partir de 5 meses).

Incorporar adubo à terra de superfície, ao redor da noz e logo após, irrigar. É um método prático e econômico, no viveiro, mas as plantas estão sujeitas ao ataque de pragas e doenças. Depois de 4 meses, as mudas estarão prontas para irem ao local definitivo. Este deve ser preparado com 1 mês de antecedência, abrindo as covas com as dimensões de 60 x 60 x 60cm , e um espaçamento de 7,5 x 7,5 x 7,5m para a variedade Anã, ou de 9 x 9 x 9m, para a Gigante.

O enchimento para cada cova é misturar à terra extraída das covas com 20 litros de esterco de curral, 800g de superfosfato simples, 200g de cloreto de potássio e 200g de calcário dolomítico. Evitar o ataque de ervas daninhas através de roçadas e efetuar regas periódicas, aumentando-as no período de estiagem.

Tirar as folhas somente quando estiverem secas: se retiradas verdes, a produção de frutos será comprometida. O Coqueiro Anão começa a produzir no 2º ano e o Coqueiro Gigante no 4º ou 5º ano de vida. Para consumo da água do coco, a colheita é realizada ao redor do 6º mês após a abertura da flor.

Nessa época, o fruto estará com tamanho e peso máximos e a casca fácil de ser removida. Para fins culinários, os cocos são colhidos entre 12 e 13 meses após a polinização. Os frutos quando maduros, caem sozinhos e duram muitos meses."

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"A produção de água de coco tem incentivado novos plantios em todo o país, o que ajudou o Brasil a subir no ranking geral dos maiores produtores de coco do mundo.
Saiu da décima posição, que ocupava em 1990, para o quarto lugar, em 2011, com uma safra estimada em 2,8 milhões de toneladas de coco, atrás apenas da Indonésia (que produz 19,5 milhões de toneladas), das Filipinas (que tem safra anual de 15,3 milhões) e da Índia (que colhe 10,8 milhões de toneladas de coco ao ano). Considerada apenas a produção de água de coco, o Brasil é líder mundial e movimenta R$ 450 milhões com esse negócio.

Entre as dúvidas frequentes sobre o plantio de coqueiros, estão frutos verdes que caem do pé, árvores doentes e a melhor forma de adubar o solo. Confira:


1) Como obter um ciclo mais produtivo
A perda de frutos imaturos é comum na cultura do coqueiro. É importante manter o solo em bom estado de umidade e, ao mesmo tempo, assegurar uma adubação equilibrada utilizando uma formulação NPK na proporção 20-10-20. Adicione também adubação orgânica. O ataque de ácaros, no entanto, pode ser outro motivo para a produção escassa do coqueiro. Nesse caso, recomenda-se aplicar a mistura de óleo de algodão 1,5% com detergente neutro 1% (300 mililitros de óleo e 200 mililitros de detergente) adicionada em 20 litros de água. Inicialmente, faça três aplicações a cada 15 dias e, posteriormente, a cada mês. O jato do produto deve ser dirigido para os cachos recém-formados e livres de ataques.

2) O que fazer para melhorar o desenvolvimento dos pés
O coqueiro é uma planta originária de clima tropical, encontrando melhores condições de desenvolvimento em locais onde a temperatura média mantém-se em 27ºC e umidade relativa do ar em torno de 80%. Em condições climáticas desfavoráveis, principalmente quando a temperatura se aproxima de 15ºC, a planta não consegue expressar todo seu potencial produtivo. Já em condições adequadas de clima e solo e com uso de mudas de boa qualidade, a recomendação é fazer uma adubação química anual de 3 a 5 quilos por planta adulta. Também é importante fazer adubação orgânica anual com esterco, ou outra fonte, na quantidade de 10 a 20 quilos por coqueiro adulto. Em plantas adultas, o efeito da adubação ocorre a partir do segundo ano após a primeira realização. No caso de coqueiros jovens, as dosagens devem variar de acordo com a idade de cada planta. Indica-se aplicar de duas a três vezes na zona de coroamento uma mistura N-P-K a 20-10-20, por exemplo. Observe a necessidade de manutenção do solo úmido. Em se tratando de plantas jovens e da variedade utilizada, o início da produção ocorre em média a partir do terceiro e quarto ano de idade. Vale ressaltar que o uso de mudas de má qualidade pode comprometer os resultados do plantio.

3) Como tratar coqueiros doente
Frutos do coqueiro podem não vingar devido à diversos fatores, como estresses ambientais, desequilíbrio nutricional das plantas, ataque de ácaros ou de doenças nos frutos, entre outros. Para a melhoria do pegamento dos cocos, recomenda-se realizar adubação orgânica com cerca de 5 a 10 quilos de esterco por planta, complementada por adubação química utilizando-se 3 quilos de uma formulação NPK (20-10-20) por coqueiro.
O adubo deve ser distribuído a lanço ao redor das plantas, entre 0,5 metro e 1,5 metro do estipe, e, em seguida, incorporado ao solo. A resposta deve ocorrer, em média, somente após o segundo ano, desde que mantida as condições satisfatórias de umidade do solo. No caso do ataque de ácaros, os cachos novos podem ser pulverizados com uma mistura de óleo de algodão (1,5%) com detergente neutro (1%), sendo três repetições a cada 15 dias e, posteriormente, uma vez por mês. No entanto, para uma orientação correta do controle, é importante solicitar a um engenheiro agrônomo da região para verificar se o ácaro-da-necrose, ou uma possível enfermidade, é o principal responsável pelos danos que estão ocorrendo nos coqueiros.

4) Como plantar coqueiro-anão
Se o objetivo é produzir água de coco, o mais recomendá­vel é o coqueiro-anão. Comece o cultivo no início da estação chuvosa ou use um sistema de irrigação. Em três ou quatro anos pode ser iniciada a colheita. A árvore tem produção anual de 150 a 200 frutos. O coco-anão também pode ser utilizado como coco seco, mas para isso precisa ser colhido aos 12 meses. Podem ser plantadas 100 mudas de coqueiro-anão em um hectare, em espaçamento de 10 x10 metros. Cerca de um mês antes do cultivo, abra covas para preencher com terra, três quilos de adubo orgâ­nico e 800 gramas de superfosfato simples. Fixe a muda no solo sem enterrar o caule. Depois de um mês do plantio, realize a adubação em cobertura com 300 gramas de uréia e 200 gramas de cloreto de potássio.

5) Como evitar o apodrecimento do coqueiro
Existe um complexo de fungos associado à podridão e à queda de frutos de coqueiro. O Ceratocystis paradoxa causa a podridão negra do coco, provocando perdas devido à queda prematura de frutos jovens e dos mais desenvolvidos. Outro fungo que leva os frutos ao chão é o Lasiodiplodia theobromae, responsável pela podridão basal pós-colheita do coco verde. Nesses casos, é comum a exsudação de albume líquido na forma de gotas junto às brácteas (folhas modificadas). A queda de cocos ainda pode ser resultado de má nutrição, presença de ácaros ou de outros agentes causadores de doenças, como o Cylindrocladium sp. e o Colletotrichum gloeosporioides. Há produtos no mercado para o controle da podridão dos frutos do coqueiro. Mas é necessário que um engenheiro agrônomo realize o diagnóstico correto da enfermidade."

Fonte: Revista Globo Rural set/14

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08 - COMO MELHORAR A PRODUÇÃO DO LEITE DA VACA _Dicas JT_como fazer, como resolver _Portal Jeito e Talento_variedades
 

 

"1 – As vacas precisam de muito tempo ao longo do dia para satisfazer suas necessidades alimentares, portanto devem encontrar tempo suficiente para pastoreio (sua principal fonte de nutrientes), além do tempo que necessitam para ruminar, descansar, evitar o calor, etc. Por isso, é importante facilitar o acesso e o manejo das pastagens, procurando também otimizar o pastejo nas horas mais frescas do dia.

NOVILHAS E VACAS SECAS

Ruminando – 8 a 10 horas
Descansando – 4 a 6 horas
Comendo – 8 a 10 horas

VACAS EM LACTAÇÃO
Ruminando – 8 a 10 horas
Descansando – 4 a 6 horas
Ordenhando – 2 a 4 horas
Comendo concentrado – 1 a 2 horas
Pastoreando – 5 a 7 horas

2 – Fornecer a cada animal o que ele precisa de acordo com a produção esperada. Esse é o fundamento do balanceamento de dietas em vacas leiteiras. Cada animal devido a sua genética, pré-disposição, peso, idade, etc…, tem uma necessidade alimentar. O balanceamento dos nutrientes como proteína, energia, fibra e etc, faz com que exploremos o máximo de cada animal sem prejudicar sua saúde.


3 – Os requerimentos de energia e proteína de vacas em lactação são 1 a 2 vezes maiores que as novilhas e vacas secas. Uma demanda alta de energia, e um tempo limitado de consumo de pastagem, significa que existe pouca flexibilidade para suprir os requerimentos de vacas leiteiras em pastoreio. Portanto, o fornecimento de um concentrado de alta energia é determinante para um bom desempenho desse animal.

4 – A água é considerada como um dos nutrientes mais importantes para vacas leiteiras e não poderia ser diferente, visto que 87% do volume de 1 litro de leite é composto por água e que, para cada litro de leite produzido há um consumo correspondente de 4 litros de água, podendo dobrar no verão. Portanto, fornecer sempre água limpa e de qualidade à vontade para os animais tanto na pastagem quanto na sala de ordenha e de alimentação é fundamental.

5 – A vaca leiteira é uma máquina viva, que produz um enorme gasto calórico, gerando um stress térmico, principalmente no verão. Proporcionar ao animal um mínimo de conforto, como sombreamento, facilitar a locomoção, espaço de cocho, água à disposição, tranqüilidade, fazem com que o animal reserve mais energia para produção de leite.

6 – Forragem conservada é uma excelente forma de complementar a necessidade de ingestão de fibra diária. Muitos rebanhos administram entre 25 a 30% do total de forragem consumida (2,5 a 4,5 kg de MS) como suplemento a base de silagem. Quantidades moderadas de forragem suplementar, não afeta o consumo de pastagem, e ainda melhora o consumo de energia e fibra.

7 – A mineralização também é determinante para que os animais consigam expressar todo seu potencial, pois os minerais são as pontes que interligam as reações de digestão e transformação do alimento em leite e carne, além de serem fundamentais para manter a saúde animal. Utilizar um mineral de qualidade com níveis adequados para vacas leiteiras, de ingestão forçada e também em cocho de livre acesso, permite ao animal se nutrir do que lhe falta.

8 – De nada adianta o animal ter alta capacidade de produzir leite se ele ficar doente. Portanto, cuidar da sanidade é um passo básico para se obter êxito na atividade. Vacinações e desverminações periódicas, qualidade e limpeza no manejo de ordenha, cuidados gerias com os animais são essenciais.

9 – O período pré-parto também é importante. Uma vaca que cria em boas condições de estado corporal, de saúde e com boa alimentação atinge seu pico de produção e o matem por mais tempo, dando mais leite durante toda a lactação. No período pré-parto o animal deve ter acesso a uma dieta aniônica, pasto e água de qualidade.

10 – “O que não se mede não se administra”. Anotar, medir, quantificar, o quanto do seu investimento está sendo revertido em leite é o ponto chave. Como saber se o animal está respondendo o que deveria como fazer ajustes para melhorar, se não sabemos quanto essa vaca produz e quanto ela dá de retorno?"

Fonte: Cristiana Baruel Terra – Méd. Veterinária Coasul

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